O Amor, por mais que desperte de algum ponto, é livre e está acima de qualquer crença ou singularidade – é o ponto de partida, de chegada, mas principalmente, é a ligação entre distintos e reforça os pontos comuns justamente por preservar a riqueza das diferenças - é o universal que nos habita e une: a homeostase do poder emergente que nos converge e torna sustentáveis.
Viver para Amar é não somente nosso destino, mas o caminho para uma vida sustentável de fato.
No invisível que nos sustenta,
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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Amor para viver - Viver para o Amor
Laços do Amor:
convergência,
crenças,
destino,
diferença,
homeostase,
invisível,
liberdade,
ligação,
poder emergente,
singular,
sustentabilidade,
universal
terça-feira, 9 de março de 2010
Amor puro sentido
Colhi a flor
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
caida no asfalto;
quando virada pro céu
é sinal de doação.
Doa aroma,
cor e forma;
doa vida,
doa Amor.
Divina, doa o aconchego
pro olhar,
pro sentir,
pro cheirar.
Amor puro sentido;
regozijo com pouco
que é mais que todo muito
que se tem por aí e nunca dentro de si.
E ali, por entre formas e vazios,
passeava uma formiga.
Distante, solitária, morreria.
Não faria falta ao numeroso formigueiro.
Não faria falta ao Todo que a tem aqui ou acolá.
Mas faria falta a ela, não voltar ao seu lar.
Passeou por todo o Rio,
deu aulas, viu mais de uma apresentação,
comeu em restaurante
e curtiu sua abdução.
Na calada da noite
na mesma esquina
de poucas horas antes
reencontrou seu caminho.
Despediamo-nos,
a grande formiga
de meu já não mais pequeno Ser,
mais uma vez aprendendo que o Amor é o que nos leva do pequeno ao grande.
No rumo da unidade, a grande e divina união, que é o Amor, sentido de nossa existência,
Laços do Amor:
alma,
detalhe,
eu superior,
flor,
formiga,
invisível,
partes,
puro,
Rio,
Santo Agostinho,
sentido
terça-feira, 23 de junho de 2009
Amor é despertar
Do medo, da ilusão. É caminhar confiante, aberto, com e por Amor amparado por forças invisíveis - que podemos até intuir se refinarmos nossa percepção - que nos auxiliam no encontro de nossa plenitude. Basta estar aberto e querer genuinamente.
Nas asas invisíveis do Amor,
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