Toda diferença de capital gera perda de liberdade; para garantir este direito inalienável à vida, a liberdade primeira de cada ato, o capitalismo precisa remunerar a todos igualmente, sendo a diferença de "status" (devido a complexidade/estudo da profissão), bem como de dedicação (o diferencial qualitativo de cada pessoa), equacionada pelo destaque dado a cada contribuição diferenciada.
Meritocracia humana.
Uma sociedade onde todos trabalham o mínimo e aproveitam o máximo porque todos recebem igual - sem exploração não há intenção de burlar, mas de dar seu melhor.
Por que queremos trabalhar tanto? Se reduzíssemos as horas trabalhadas, não haveria desemprego, todos teriam ace$$o e, portanto, a pobreza e a criminalidade encontram seu limiar mais baixo possível. Todos trabalham, todos tem mais tempo para aproveitar a vida e se desenvolverem como seres humanos.
Utopia?
Basta dar educação decente, fazer planejamento familiar e sermos mais honestos com nossos desejos - quanto mais exploramos nossos desejos, mais descobrimos que queremos uma só coisa: ser feliz.
E isto é muito mais fácil do que se imagina.
Compromisso: a partir de hoje, todo projeto que participar e tiver poder de decisão, hora-homem será paga igualmente a todos os envolvidos no projeto.
Na coerência prática,
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O dharma do Amor - conhecimento que gera uma nova ordem
É preciso remodelar a sociedade, gerar o espaço para se estar mais tempo junto de quem se ama e para quem se é insubstituível - ao invés de se atuar como um dado estatístico de um mercado de almas.
Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.
E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.
Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.
Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.
Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.
A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.
Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:
do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,
do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e
da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.
Eis o dharma de nossa raça.
Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,
Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.
E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.
Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.
Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.
Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.
A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.
Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:
do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,
do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e
da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.
Eis o dharma de nossa raça.
Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,
Laços do Amor:
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segunda-feira, 30 de junho de 2008
Fraternidade - a sociedade do Amor - a sociedade auto-sustentável
Liberdade, Igualdade, Fraternidade.
As palavras de ordem da Revolução Francesa - longe de serem algo pequeno burguês como os objetivos mais imediatos da mesma revolução - ecoam ainda na mente-coração de todos. Mesmo os iletrados têm em si tais ideais, pois estes fazem parte da essência humana.
Aplicados como sistemas sócio-político-ecônomico-culturais e de pensamento, deram frutos que todos conhecemos: da Liberdade cunha-se o capitalismo; da Igualdade o socialismo/comunismo. Alguns ousam criar paralelos entre a Fraternidade e a Anarquia - aqui compreendido como ausência de coerção, e não ausência de ordem.
Todavia, me parece que a Fraternidade não é algo que possa se impor como sistema, deve nascer no coração de cada pilar da sociedade, de cada indivíduo - até aí estando em alinho com o ideário anarquista.
Acima de tudo não pode desprezar o que for humano, sem julgamento, mas sim com o encaminhamento para sedimentar tudo em uma organização não-hierárquica, mas em formato de mandala, onde a sequência do encadeamento dos fatores auxilia o bom funcionamento e não interesses ou valorizações particulares.
Deve abarcar - e aí é que se distingüe do anarquismo -, as conquistas tanto do capitalismo, quanto do socialismo/comunismo, tomando para si o melhor de cada caminho para forjar a terceira via - o desejo (eros) de um, a compaixão (philia) de outro; estabelece-se mais um paralelo entre as tríades, criando o caminho do meio, que é o amor.
Pois é resolvendo o homem que se resolve a sociedade - o inverso também é possível e me parece que o melhor mesmo é um movimento mútuo convergindo ao centro, já que em nossa sociedade não se deixa espaço para nossa essência respirar: desde cedo, ainda crianças, somos forçados a frequentar cursos com o receio de não nos formarmos, de não sermos economicamente viáveis.
Sufoca-se assim a individualidade e o auto-desenvolvimento. Passa-se até uma vida inteira sem se reconhecer a si mesmo, em um constante agradar e se adequar à sociedade. Deve-se então trabalhar individualmente sua própria evolução meditativa e coletivamente para se conseguir espaços para mais pessoas terem a mesma oportunidade.
Mas o que é esta sociedade senão uma construção coletiva de indivíduos. Há de se construí-la então em bases amorosas - não competitivas e exploradoras: uma sociedade que dá mais que exige. E naturalmente receberá de volta toda a grandeza de experiência humana.
Uma sociedade onde há campo fértil para o desenvolvimento humano e o florescimento do Amor.
Diferente da sociedade em que vivemos, resultado do Iluminismo, que manteve a Liberdade e a Igualdade, mas substituiu a Fraternidade pelo Progresso em seu lema.
Fica no ar a dúvida se os esclarecidos pensadores, como um todo, não viam a compatibilidade entre a Fraternidade e o Progresso, pois de todos os iluministas, os alemães eram os únicos que majoritariamente tinham verdadeira aspiração também religiosa e buscavam a reforma da religiosidade - mesmo com toda defesa da razão (até porque não vejo incongruência entre a fé e a razão). Imagino que não desatrelassem progresso de fraternidade, não seria racional.
Acredito muito mais no mau uso e má interpretação, sempre realizada de maneira conveniente às paixões pelos escravos de seus próprios desejos, que se 'esquecem' e cegam perante à desordem mundial na qual nos encontramos.
Por tudo isto, creio que o desenvolvimento sustentável de nosso planeta passe pelo desenvolvimento sustentável do indivíduo, que se espelhará no desenvolvimento sustentável da sociedade e assim da economia e da ecologia como um todo.
Amor, apenas Ele, é Ordem e Progresso, é desenvolvimento sustentável.
Fors fortuna in Amor (Boa Sorte no Amor)
As palavras de ordem da Revolução Francesa - longe de serem algo pequeno burguês como os objetivos mais imediatos da mesma revolução - ecoam ainda na mente-coração de todos. Mesmo os iletrados têm em si tais ideais, pois estes fazem parte da essência humana.
Aplicados como sistemas sócio-político-ecônomico-culturais e de pensamento, deram frutos que todos conhecemos: da Liberdade cunha-se o capitalismo; da Igualdade o socialismo/comunismo. Alguns ousam criar paralelos entre a Fraternidade e a Anarquia - aqui compreendido como ausência de coerção, e não ausência de ordem.
Todavia, me parece que a Fraternidade não é algo que possa se impor como sistema, deve nascer no coração de cada pilar da sociedade, de cada indivíduo - até aí estando em alinho com o ideário anarquista.
Acima de tudo não pode desprezar o que for humano, sem julgamento, mas sim com o encaminhamento para sedimentar tudo em uma organização não-hierárquica, mas em formato de mandala, onde a sequência do encadeamento dos fatores auxilia o bom funcionamento e não interesses ou valorizações particulares.
Deve abarcar - e aí é que se distingüe do anarquismo -, as conquistas tanto do capitalismo, quanto do socialismo/comunismo, tomando para si o melhor de cada caminho para forjar a terceira via - o desejo (eros) de um, a compaixão (philia) de outro; estabelece-se mais um paralelo entre as tríades, criando o caminho do meio, que é o amor.
Pois é resolvendo o homem que se resolve a sociedade - o inverso também é possível e me parece que o melhor mesmo é um movimento mútuo convergindo ao centro, já que em nossa sociedade não se deixa espaço para nossa essência respirar: desde cedo, ainda crianças, somos forçados a frequentar cursos com o receio de não nos formarmos, de não sermos economicamente viáveis.
Sufoca-se assim a individualidade e o auto-desenvolvimento. Passa-se até uma vida inteira sem se reconhecer a si mesmo, em um constante agradar e se adequar à sociedade. Deve-se então trabalhar individualmente sua própria evolução meditativa e coletivamente para se conseguir espaços para mais pessoas terem a mesma oportunidade.
Mas o que é esta sociedade senão uma construção coletiva de indivíduos. Há de se construí-la então em bases amorosas - não competitivas e exploradoras: uma sociedade que dá mais que exige. E naturalmente receberá de volta toda a grandeza de experiência humana.
Uma sociedade onde há campo fértil para o desenvolvimento humano e o florescimento do Amor.
Diferente da sociedade em que vivemos, resultado do Iluminismo, que manteve a Liberdade e a Igualdade, mas substituiu a Fraternidade pelo Progresso em seu lema.
Fica no ar a dúvida se os esclarecidos pensadores, como um todo, não viam a compatibilidade entre a Fraternidade e o Progresso, pois de todos os iluministas, os alemães eram os únicos que majoritariamente tinham verdadeira aspiração também religiosa e buscavam a reforma da religiosidade - mesmo com toda defesa da razão (até porque não vejo incongruência entre a fé e a razão). Imagino que não desatrelassem progresso de fraternidade, não seria racional.
Acredito muito mais no mau uso e má interpretação, sempre realizada de maneira conveniente às paixões pelos escravos de seus próprios desejos, que se 'esquecem' e cegam perante à desordem mundial na qual nos encontramos.
Por tudo isto, creio que o desenvolvimento sustentável de nosso planeta passe pelo desenvolvimento sustentável do indivíduo, que se espelhará no desenvolvimento sustentável da sociedade e assim da economia e da ecologia como um todo.
Amor, apenas Ele, é Ordem e Progresso, é desenvolvimento sustentável.
Fors fortuna in Amor (Boa Sorte no Amor)
Laços do Amor:
ágape,
anarquia,
capitalismo,
comunismo,
desenvolvimento sustentável,
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liberdade,
philia,
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