Morrem até os imortais, mas as idéias dos que fazem a diferença sobrevivem à mediocridade, ao tempo e alcançam o infinito. Saramago, eterno.
É inspirado neste mestre que aprendi a vivenciar melhor a vida e suas manifestações, concebendo assim o espaço para o Amor. Chamo de "compasso Saramago" sua máxima que dita, no mínimo, meu lidar com o tempo: "não tenhas pressa, não percas tempo".
Saramago
não era amargo
era um doce realista
corajoso
intrépido
não perdia a verdade de vista
Amigo do tempo
e das palavras
conquistou seu espaço na eternidade
letra por letra sem muita pontuação
Era homem de verbo e osso
duro de roer
filé literário
manjar dos deuses em biblioteca itinerário
Do alpha além-ômega
fiel, nunca recluso ao alfabeto
no universo além-livro
livre mais liberto.
No Amor refinado em meio à cegueira,
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quarta-feira, 23 de junho de 2010
terça-feira, 2 de março de 2010
Desilusão: o aprendizado-mor do Amor
As desilusões fazem parte da história de nossas vidas, são nossos aprendizados mais íntimos.
Mas, acostumados ao nosso ego - infantil como só ele - de termos apenas aquilo que gostamos e queremos, revoltamo-nos e acusamos o culpado: é o coração, este fraco e desmiolado a quem seguimos cegos de paixão e que nos faz cair, na tentação e no abismo da solidão após nos lançarmos desenfreadamente de encontro ao Outro. Juramos nunca mais seguir o coração e nos isolamos assim de nós mesmos.
Não é que não devamos seguí-lo ou seguí-lo menos. Devemos sim torná-lo forte, independente e líder para nos conduzir sem cair nos boicotes da mente e do karma, bem como na solidão de nossa alma.
Ocorre é que sentimo-nos acuados e pressionados pelo tempo-espaço, acossados pela solidão de nós mesmos e ao invés de nos bastarmos primeiro, jogamo-nos na aventura da roleta russa do "nós-dois": depositamos no Outro arma e munição e entramos de cabeça em um jogo em que a sorte pode ou não cruzar com o destino. E o Amor está longe de ser um jogo de azar no qual se deposita as fichas às cegas.
Tranquilidade, este é o sinônimo da realidade do Amor: o que é nosso está guardado e quando se está maduro o suficiente se tem o prazer de desfrutar do verdadeiro néctar do Amor.
Até lá, vamos amadurecendo e entendendo que é necessário estarmos bem conosco, sem depositar em mais ninguém nossa felicidade. E é nestas desilusões que a vida nos traz que aprendemos a viver e assim a amar.
Aí sim, iremos ao encontro de nosso destino, sermos felizes. Por toda eternidade de cada momento.
No néctar da imortalidade que é o eterno Amor,
Mas, acostumados ao nosso ego - infantil como só ele - de termos apenas aquilo que gostamos e queremos, revoltamo-nos e acusamos o culpado: é o coração, este fraco e desmiolado a quem seguimos cegos de paixão e que nos faz cair, na tentação e no abismo da solidão após nos lançarmos desenfreadamente de encontro ao Outro. Juramos nunca mais seguir o coração e nos isolamos assim de nós mesmos.
Não é que não devamos seguí-lo ou seguí-lo menos. Devemos sim torná-lo forte, independente e líder para nos conduzir sem cair nos boicotes da mente e do karma, bem como na solidão de nossa alma.
Ocorre é que sentimo-nos acuados e pressionados pelo tempo-espaço, acossados pela solidão de nós mesmos e ao invés de nos bastarmos primeiro, jogamo-nos na aventura da roleta russa do "nós-dois": depositamos no Outro arma e munição e entramos de cabeça em um jogo em que a sorte pode ou não cruzar com o destino. E o Amor está longe de ser um jogo de azar no qual se deposita as fichas às cegas.
Tranquilidade, este é o sinônimo da realidade do Amor: o que é nosso está guardado e quando se está maduro o suficiente se tem o prazer de desfrutar do verdadeiro néctar do Amor.
Até lá, vamos amadurecendo e entendendo que é necessário estarmos bem conosco, sem depositar em mais ninguém nossa felicidade. E é nestas desilusões que a vida nos traz que aprendemos a viver e assim a amar.
Aí sim, iremos ao encontro de nosso destino, sermos felizes. Por toda eternidade de cada momento.
No néctar da imortalidade que é o eterno Amor,
sábado, 12 de setembro de 2009
A força do Amor invencível
O desejo aliado ao Tempo vence qualquer obstáculo e se une ao espaço de sua meta, passando a cultivar a meta-em-si.
Eros é a vontade e o impulso, o desejo de conhecer e unir o Tempo - ágape que nos conduz - ao Espaço - philia que nos conforta - em busca da imortalidade.
Na eterna força do Amor,
Eros é a vontade e o impulso, o desejo de conhecer e unir o Tempo - ágape que nos conduz - ao Espaço - philia que nos conforta - em busca da imortalidade.
Na eterna força do Amor,
Laços do Amor:
ágape,
cultivo,
desejo,
eros,
espaço,
imortalidade,
impulso,
meta,
obstáculos,
philia,
tempo,
união
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