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sexta-feira, 5 de outubro de 2012

O que me resta do Amor

Respiro tua falta
Suspiro tua ausência
Suspendo o vazio
Apreendo tua essência

Tudo que me resta
É fazer-te presente na dor da saudade
É sorver cada gota de lembrança
Lentamente - para que tão cedo não acabe

Fostes tormenta e impulso
Passastes
És serena paisagem
Calmaria que me apraz e traz o melhor da minha vida

Na aceitação da unidade e entrega ao Todo,

sábado, 22 de setembro de 2012

Tudo passa. Só o Amor fica.

Raios, trovões, ventanias, tudo passa e resplandesce em vitoriosa calmaria, conquista do vitorioso sobre si mesmo, cujo horizonte se abre para voar leve rumo ao infinito, nos braços do Ser amado.

Na passagem do sublime ao belo,

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Na capitania do Amor, a nau do coração

Sair para velejar nos ventos da impermanência é ter no vento Eros, nas velas Sophia, no leme Ágape e no horizonte a Philia.

Nas águas, ora turbulentas, ora calmas de nossas mais profundas emoções,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor inabalável

Entre críticas e elogios, a tempestade e a calmaria, picos e vales, o impulso e a pacificação, desejo e união; Amor, força diamantina impulsionadora, zeladora e revitalizadora.

Na condução sobre o fio da navalha,