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terça-feira, 2 de outubro de 2012

De sua sublime passagem, Amor

Vieste.
Como tempestade
te avolumaste sobre meu rochedo

Eras somente um teste?
Para comprovar minha maturidade,
ou sondar o meu medo?

Falhei.
Entreguei minha planície fértil
aos caprichos do destino

Errei.
Lancei-me como projétil
Destemido, menino

Assustaste-te com a intensidade
Deste encontro do rochedo com o ar
Fugistes, com medo da saudade,
Com medo de Amar.

Arrastastes tudo
Devastastes sem dó
Fizestes-me mudo
Tornaste-me pó

Na ressurreição de meu ser, transmutação da alegria em dor, da dor em aprendizado, do aprendizado à saudade e da saudade à eternidade,

sábado, 15 de setembro de 2012

Sublime atualizar do Amor

Sublime é meu sentimento por ti
rochedo, relâmpagos, vulcões
fúria titânica
que me devasta e reconstrói

por inteiro

tempestade que se manifesta
na transição das brisas
do entra-e-sai
da transpiração de cada pensamento

só, em ti

me perco
me encontro
me jogo

te escolho

Na coragem e ousadia, destemida poção do Amor, atualização do Ser,

domingo, 11 de julho de 2010

Amor inabalável

Entre críticas e elogios, a tempestade e a calmaria, picos e vales, o impulso e a pacificação, desejo e união; Amor, força diamantina impulsionadora, zeladora e revitalizadora.

Na condução sobre o fio da navalha,