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quinta-feira, 11 de abril de 2013

Amor, do fluxo eternidade

O nascimento é a porta para a atividade de Estar, presente que é viver.

A morte, passagem para a eternidade, saudade do não-Estar, obrigação do vivente.

Vida, esta convergência de opostos que se complementam no Ser, a crença no Ente que perpassa os fluxos e ciclos e nos ensina a Ter - Fé.

Na aurora de novas vivências, horizonte livre ao raiar da felicidade que emana das pulsões de Amor que corre nas veias invisíveis deste corpo social do Ser em Rede que se edifica a cada interação,

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Senhora Aurora do Amor

Eu, aurora
Tu, senhora
De meu pleno viver
Ensina-me a te querer

Eu, entrega
Tu, ocaso
Por que se nega
Ou tens outro compasso?

Eu, na espera
Pronto
Sem ti
Desfaleço tonto

Me recobro
Evito a cobrança
Meu Amor, dobro
Quem espera sempre alcança?

Na única certeza que é teu bem querer,

sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor, grandeza a cada despedida

Cultivando o Amor sem posse, a contemplação da beleza da vida, da sublime existência de seu sorriso em meu horizonte, crepúsculo que anuncia a aurora de um novo Ser e que para sempre será um Sol que nunca se põe, mas brilha pela alegria de lhe Amar.

No até breve, raio de fé que une o pôr ao nascer-do-Sol,

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Horizonte do Amor, verticalidade da vida

Cultivar o Amor sem posse, a contemplação da beleza da vida, da sublime existência de seu sorriso em meu horizonte, crepúsculo que anuncia a aurora de um novo Ser e que para sempre será um sol que nunca se põe, mas brilha pela alegria de lhe Amar - eis meu destino, Amor Fati.

No estudo do solo,

domingo, 24 de abril de 2011

No meio do amor havia uma ponte

Toda ponte é poente
que leva do crepúsculo do Eu
à aurora do nós.

No Todo, que é o caminhar,

Amor te torna o que tu és

Crepúsculo, Aurora, Meio dia; sou aqui, sou agora, sou infinito, sou eternidade; sou todos, sou nenhum, sou algo ou alguém em busca de nada ou ninguém; compreendo tudo e todos, sou vazio, sou o espelho; reflita, sou o Amor.

Sou por estar; e quando não estiver mais, serei onde estiver.

E tu? O que te torna Ser?

Não torna a ser, seja de uma vez e sem repetição.

Na plenitude do despertar, através do coração,

O Amor que sou é plena Luz

Sou luz crepuscular,
o brilho que vos lembra do novo despertar -
que não tarda; acontece
o quanto antes estar no inverno da vida se reconhece.

Tira o óculos da mediocridade
e veja com os próprios olhos -
é primavera, te amo, ó desperto.

Sou seta uraniana -
das profundezas de meu ID
se erige a estrutura de meu Ser;
meus ombros, setas que arqueiam, suportam e
apontam tudo o que há de Ser.

Sou revolução a cada minuto,
não paro,
fluo com o caminho;
vôo onde tudo cessa.

Sou Hermes,
em busca de unir Apolo
e Dionísio;
Ego a convergir Superego e ID.

Encontro o que há de mais alto,
na maior profundeza humana,
onde reside o divino disposto a nos libertar.

Sou princípio libertador,
prestes a me tornar Sol;
pelas escolhas comunicadas,
tornei-me o que sou.

Luz da Aurora de mim mesmo
e de toda humanidade:
Trismegistros por ethos -
é nossa atitude que nos torna grandiosos.

Luz do meio dia,
que nutre toda vida
por todo ciclo
a partir do centro do coração.

Sou o jogo, mas também sou as peças;
sou estratégia, tática e operacional,
sou o xamã que põe fim à história,
harmonizo o Peão e o Rei, uno o senhor ao escravo.


Sou ato, em pensamento, fala e fato consumado.
Sou o mago, que concebe a todo instante toda eternidade.
Sou o espelho no qual reflito o melhor de ti.

Na potência una que a tudo potencializa,

terça-feira, 5 de abril de 2011

O fracasso e o Amor

O fracasso do Amor é sua transformação.

O Amor ao fracasso, redenção.

É o princípio de ter o sucesso como fim.

É aurora que emerge do crepúsculo em mim.


No meio hábil de fazer de tudo seu mestre,


Homenagem a São Bento, padroeiro dos fracassados.

domingo, 20 de março de 2011

Orbium Amor

Atrás, a Lua,
à frente, o Sol,
em mim, a aurora de um novo Ser.

Inspirado pelo equinócio de Áries, em homenagem ao Priapo da Lua.


Na órbita do Amor,

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Meu Amor

É vida, aurora, sorte sem demora, lágrima furtiva de um sorriso cândido e atemporal.

Palavras que se foram com o vento e com o tempo; com ele voltaram para comprovar como se cresce em ciclos e como eu vivi este aprendizado.

No Amor sobrevivente à dor do aprendizado,

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Amor – local da segurança, horizonte da liberdade

Amar é sentir-se seguro onde se está a ponto de se caminhar cega e livremente rumo ao horizonte de seu destino, crepúsculo de sua vida, aurora de seu renascer; é sentir-se confortável em toda e qualquer situação. É abrir-se ao conhecimento e, assim, ao desconhecido, conhecedor de si, certo de que tens que evoluir.

Amar é não ficar preso e passar a observar sempre as coisas do ângulo mais propício para a superação em respeito equânime a você, ao outro e ao Todo; é cultivar a sensibilidade, o apreço da alma.

Amar é caminhar tranqüilo e certeiro rumo à morte, aproveitando cada respiro de vida, eternizando cada momento.

No Amor,