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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O Amor nunca erra

Só se aprende errando; quando se acerta é porque já se sabia ou se teve sorte - e neste caso, se goza do acerto e não se retem o aprendizado, néctar de toda experiência.

Erra-se o necessário para definir-se o acerto.

No acerto ou na aprendizagem, nunca na culpa, porque nunca no erro, responsabilidade pura,

sábado, 13 de julho de 2013

Pensa, o Amor

A lógica do Amor é sentir o olhar.
______________ é pensar.

Pensar é sentir o olhar.

É refletir a imagem externa e revelar seu sentido na câmara escura de nossa química interior - o fato do mundo, colorido e enquadrado individualmente - o mundo em um pixel.

Somos esse pixel, tijolo virtual que a tudo constrói - qual teu projeto?

O que sustentas? O que crias, o que manténs? Muro ou pontes?

Que sejamos pontes - belas pontes que conduzam a belos horizontes do encontro do familiar com o desconhecido, do Eu com o Outro, de Nós com o Todo.

Na idealização prática da justa escolha - responsabilidade imediata, comprometimento espontâneo, alquimia do Ser,

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Amor, escolha sem medo

Não importa o que você quer ser.

Com medo, nada se tornará, tudo te transtornará.

Conquiste-se!

Livre-se do medo e seja livre para escolher com toda responsabilidade.

Na liberdade da escolha responsável pela nossa felicidade,

sábado, 6 de outubro de 2012

Amor, a escolha da vida


Escolhe, pois, com responsabilidade (Klaus Dt, 30)

O vazio é o inominável, o espaço-mãe de todos os fenômenos, em ato e em potência, é o real em toda sua plenitude e formas.

O nada é quando este vazio já fora preenchido e deste estado nada mais resta que lembrança.

Quando dizemos que sentimos um vazio, talvez seja justamente por este nada deixado para trás se fazer tão presente em sua ausência que transcende a falta do que havia e engloba a falta de tudo que ainda estava por existir - o que torna o lamento amoroso correto ao menos sob o ponto-de-vista teórico, já que na prática toda e qualquer interação e, portanto, escolha de atualização do manifesto poderia ocorrer (dentre todas as sementes não-manifestas de atualização da realidade) - podendo viver-se atualidade bem distinta da projetada.

O tudo é mais que o nada, sendo menos que o Todo, uma vez que aquele (tudo) se refere a uma expectativa quali-quantitativa de algo e se encontra na confirmação da presença, sendo o nada seu equivalente na ausência; já o Todo é a soma do presença e da ausência, é tudo aquilo que foi, é e estar por vir - radicalmente poderiamos ainda afirmar que ainda contém aquilo que não está por vir, mas que potencialmente poderia se manifestar dependendo de estímulos de interação.

Essa reflexão metafísica serve para ampliar nossos horizontes de possibilidades de escolha e reforçar nossa responsabilidade em nosso processo decisório - a cada escolha, um infinito menos um de renúncias.

Mas ao invés disto se tornar inconscientemente um fardo, devemos compreender nosso papel para transformar nossa obra e passar a agir na vida consciente de cada escolha - viver, portanto, ou melhor, agir, é escolher. Podemos fazê-lo consciente do processo e consequente responsabilidade ou podemos fingir que não sabemos do impacto que a escolha de nossos atos e os atos em si geram e as questões que daí implicam.

No vazio que tudo perpassa,

domingo, 26 de agosto de 2012

O outro, farol do Amor

Um encontro vazio
à espera de verdadeira interação
escolha, cultivo, ato
entrega a potência através da livre devoção

Luz

no horizonte
o outro
do porto se lançam
a um mar de possibilidades

Faróis

se enganam com vagalumes
não confiam no outro
e não se entregam às estrelas
para a salvo navegar

No oceano interativo,

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O Amor gera a gestão sustentável

Ter informação é ter oportunidade.

Ter intenção é ter destino.

Ser Amor, é se afirmar na liberdade.

Na gestão sustentável do Ser, responsabilidade assumida,

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Amor impossível Amor

O Amor se lança ao impossível, gosta do desafio, se nutre da conquista; mas somos nós que definimos a meta e em constante diálogo com nós mesmos redefinimos meta e percurso, constituindo silencioso discurso, o diz-curso do coração.

Só há uma voz a se ouvir, a do coração, mas inúmeras variáveis a se considerar, as deste vasto mundo - nossa concepção: campo de treinamento de como elevar Eros a se confirmar e afirmar como destino, evolução.

Na afirmação constante das mínimas escolhas para máxima responsabilidade, viver de fato a experiência de estar vivo,

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Paremos e canalizemos - por Amor a nós mesmos



No lugar deste T deveria estar um ponto de exclamação ou uma caveira.

Ou melhor: um ponto de interrogação para nos perguntarmos porque compramos, usamos e incentivamos coisas que nos fazem tão mal; ao menos nos fazem nada bem.

Talvez porque não estejamos gostando do que estamos fazendo conosco e com o mundo.

Flagelamo-nos pela culpa ou pelo...

Desejo pelo prazer. Culpamo-nos por isto e muitas vezes nos castramos.

Ou diluimo-no, o prazer, por medo ou apego, para garantir a dose diária se felicidade, retirando de nossa meta reiteradas vezes sua força.

Externamente deslumbrados com a multiplicidade de estímulos e internamente perdidos, com medo de falhar com nós mesmos, com a enteléquia que nos anima, buscamos cada vez mais e mais fontes de prazer ao invés do sustentável menos e menos, onde se foca mais, canalizando melhor o desejo, tendo resultados melhores, mais sustentáveis e uma felicidade própria de quem escolhe seu destino. É desejar que a necessidade se realize, tornando-se necessário.

O desejo é a potência do ato de realização do Ser; é a necessidade da enteléquia; que é princípio originário e regulador - meio, fim e mensagem -, que serve de modelo, mas nos convida a nos reinventarmos a cada troca, a todo instante, negociando entre as potências a manifestação do desejo, se cultivando sua força, retendo-o, canalizando-o, ou se optando por felicidade mais breve e momentânea: a questão é saber escolher o que fazer a cada ação/momento.

Se a fé move montanhas, o desejo concebe mundos e o Amor sustenta multiversos.

Canalizar o desejo para nosso sonho, com este sentido, neste destino.

Desejo concentrado, motivação focada, necessidade atendida.

Na saudável transmutação genética que só o Amor propicia,

sábado, 6 de junho de 2009

Amor é obra-prima

É o ato de criação; sexo sim, mas com amor, conscientes da responsabilidade da multiplicação do que é uno, atentos aos desdobramentos da reprodutibilidade e perda de valor da arte.

No Amor de cada momento, eternidade aprisionada no tempo-espaço de nossa finitude,