Amar apesar da certeza da morte,
Amar pra fazer da vida boa sorte!
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Amor traz sorte
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amor, saudade do que existe
aniquila os desejos de toda sorte
não mata, todavia
a saudade do que existia.
No Amor que cria, memória do futuro,
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Amor, do fluxo eternidade
O nascimento é a porta para a atividade de Estar, presente que é viver.
A morte, passagem para a eternidade, saudade do não-Estar, obrigação do vivente.
Vida, esta convergência de opostos que se complementam no Ser, a crença no Ente que perpassa os fluxos e ciclos e nos ensina a Ter - Fé.
Na aurora de novas vivências, horizonte livre ao raiar da felicidade que emana das pulsões de Amor que corre nas veias invisíveis deste corpo social do Ser em Rede que se edifica a cada interação,
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Do meu Ser, Amor
Em caso de resíduos, queimada.
Seu pó aspira à Natureza, seu Ser aDeus.
Somos Ser aDeus, em constante partida em busca de união - sempre em devir, solucionando e solvendo.
No testamento que encaminha a vida,
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Amor, dá-me vida
cujo semblante toca o infinito,
Tu, a quem busco e venero,
A quem toco com os lábios,
A quem vejo em todos os rostos,
A quem sinto em todos os corações.
Tu, presente em tudo que pulsa,
Força de tudo aquilo que deseja,
Ar de tudo aquilo que respira.
Tu, Amor, és Tu-do!
És tudo aquilo que está por ser,
És tudo aquilo que é,
És esta silenciosa ansiedade que se agiganta no vazio de meu peito
És de todas as cores a matriz que colore a vida
És beleza que se compartilha na ação e no olhar.
És o instante de cada momento eternidade
És presença,
És saudade,
És algo que não tem nome,
És angústia e travessia,
És plenitude de todo Ser.
No mistério do Amor que costura a vida entre o nascimento e a morte,
quarta-feira, 21 de março de 2012
Amor - vida pra valer
O contrário de morte não é vida, é nascimento; vida engloba isto e muito mais, compreende o viver - e o faz com toda sua intensidade, canalizando toda energia ao destino escolhido.
Vida = nascimento + morte
E essa soma é o viver, é interação entre opostos, é plenitude pra valer. Quanto maior a interação, maior a interdependência consciente, mais a vida se torna Amor, mais intensa e mais vontade de viver surge.
Na complementariedade de toda existência,
O transcendental do Amor
Pai-Mãe,
Quando você morrer,
morre em mim o filho.
Acaba o espaço lúdico, o refúgio da criança,
e começa o tempo hos me, o tempo de espera - suspensão ao fim, "adultez" sem cura ou volta.
Menino, antes de dar adeus ao mundo,
quero ainda rir de montão,
estarmos juntos, trocar carinhos,
confidências, olhares, sorrisos.
Momentos inesquecíveis
Que farão minha velhice
- mais feliz
e minhas lembranças
- mais saudosas
Prefiro a dor de tê-las
e ter que delas desapegar
do que a dor de me apegar
à cobranças e lamentos.
Quero, ao morrer, dizer SIM! à minha vida.
Quero renascer livre e amante a todo momento.
E isto só poder ser feito com Amor, construído a cada instante e interação - confirmando-se e à potência.
Só o forte consegue dar sentido a si em meio ao vazio, exercendo a sabedoria da priorização, superando o nada através do Amor, escolhendo conscientemente os momentos a serem eternizados - diluídos ao final, como lágrimas na chuva.
Quero me entregar a este fluxo continuum com toda fé, ser Amor fati - fazer o que tem que ser feito, Amar fazer o que tem que ser feito, saber e escolher sorridentemente o que tem que ser feito.
No momento da ressurreição, nascimento da força transcendental do Amor,
terça-feira, 12 de julho de 2011
Na morte, o Amor é a senha contra a impermanência
As lágrimas de outrora já não são mais dúvida sobre um fim, são saudade que com a proximidade abre um sorriso - quiçá uma gargalhada - onde antes habitavam a dor, a falta e a ansiedade. Tudo se transforma quando os olhares novamente se cruzam nos ciclos da vida.
A senha para se reconhecer? Amor.
A impermanência não é má, deixa apenas uma saudade...
No pique-esconde das encarnações,
Homenagem à minha querida tia Claudia Ellen Denecke, que com sua luta pela vida e contra o câncer inspirou a todos por mais de 12 anos e que era leitora assídua deste espaço, publicando no seu tempo, ela mesma, seus escritos - compartilhavamos conhecimento e muito Amor.
Em seu bonito blog Conexões de Luz ela abria espaço para novas conexões, mensagens e trocas de Luz por acreditar "ser este um caminho de esclarecimento, de amadurecimento espiritual, razão pela qual transitamos por este planeta, em viagem misteriosa onde cabe a cada um de nós aproveitar ao màximo todas as oportunidades de crescimento e libertação que ela nos oferece."
Que tenha se tornado esta Luz e que ajude a iluminar o caminho daqueles que, como ela, buscam.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Eros, impulso do Amor para um novo mundo
Vai Amor, tão complexo e tão fácil, seguindo pela rede ao encontro da mulher secreta que tanto desejo desperta.
Ouço calado o pulsar do desejo e em meio aos gemidos de prazer, percebo sussurros de dor: é a Terra que sangra em meio aos orgasmos múltiplos dos que se contorcem entre extremos, dos que são reféns do prazer e da dor; do nascimento e da morte; da alegria e do horror.
Vai Amor, não mais ao encontro desta fêmea que me extasia, mas encontra a mulher que se esconde em cada um de nós, nossa parte que sabe cuidar, sustentar e da qual o planeta, sofrido e abandonado, tanto carece.
Chega de êxtase, o planeta quer é viver.
Enalteçamos e elevemos nosso Eros, não neguemos nossa essência, pois somos no devir e devemos confirmar nossa natureza desejante.
Não podemos mudar o que, mas o como; não mudamos os objetos, mas podemos mudar o sujeito e nossas relações.
No Eros, impulso que transforma todas as mulheres do mundo na mãe Terra, fecunda pelo Pai Cosmos, Eu Sou,
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Amor, fluxo do nascer e morrer, continuum da vida
Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.
Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.
Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.
No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Do Amor à rede: o fecundo poder da limitação na criação
Tal qual a beleza - Afrodite - nasce da castração de Urano (o Céu) por Saturno (Chronos, o Tempo), também nossas criações nascem sob a égide da castração do que é possível realizar: quando não relacionado à recursos, sempre ao prazo de finalização.
O que mais escapa dessa equação é o relacionamento que - eterno enquanto dura - pode transcender até a morte o nascimento, perpassando vidas através de seus portões.
Nas relações o maior limitador não chega a ser o Tempo - a percepção deste é que nos angustia -, mas sim o ego humano e suas idiossincrasias; todavia para se atuar em parceria (duas pessoas) e se estabelecer uma rede (três ou mais pessoas) é preciso incluir não apenas o potencial dos envolvidos, mas principalmente suas limitações e as de seu entorno: antes de frustrar, as limitações servirão de canalizadoras para se conduzir a relação e os projetos rumo ao êxito.
No canal do Amor, margeado equanimemente por compaixão e regozijo,
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Amor 23
A vara e o cajado já não causam dor, já não ameaçam, antes consolam e conduzem a um banquete de confraternização com nosso inimigo oculto em nós mesmos e, à Luz de velas, vamos iluminando gradativamente nossa sombra, transbordando os limites de nosso ego, expandindo nosso Ser.
Reunidos-em-nós caminhamos em paz, semeando bondade e compaixão, a cada passo florescendo uma flor-de-lótus, a cada instante e em todo lugar, chamando o mundo de lar.
Na pulsão da vida, Cristo que habita nosso Ser, diamante que ilumina a todos, Budas em essência,a quem nada faltará se tudo e a todos se entregarem,
terça-feira, 1 de junho de 2010
Amor, palavras sem jogo
Ponte
Fonte
Forte
Norte
Corte
Morte
Sorte
De quem através da ponte do Amor se conectou à fonte de seu Ser, tornando-o forte em busca de seu norte e além-corte, além-morte, regozija com a sorte de ter acessado, conectado e vivido o Amor, do princípio ao sem fim, o único meio, a única maneira.
No jogo sem palavras,
quinta-feira, 27 de maio de 2010
A ponte do Amor
Na ponte sobre o Rio da Vida, do nascimento à morte, unindo à terceira margem,
segunda-feira, 15 de março de 2010
Os limites do Amor
Amor é canalizar para superar os limites, próprios e o da união e do Todo.
Na maré do Amor, limite que dança com o nascimento e a morte no compasso que é viver,
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O Amor é o Criador, a criatura e a criação
Do verbo faz-se o humano, o humano é ação, se encontra e define no agir, é o divino que se materializa no Amor - palavra realizadora que suporta a vida: do nascimento à morte e através da ressurreição.
O Criador não cria a dor, é o fraco em nós que a denuncia, pois toda criação é um parto que cria a ação transformadora da estagnação e que incomoda aqueles em nós que não suportam a força da impermanência: inerente à eternidade do Amor.
No alfa, no ômega e no soletrar - linguagem amorosa que constrói realidade e não apenas se adequa,
sábado, 12 de setembro de 2009
Amor - campo unificado do nascimento-morte
De uma perspectiva dualista a resposta deve ser - quando emitida pela coletividade - o Ser que morreu; mas para este Ser, quem morre é a coletividade, que é deixada para trás em sua caminhada transdimensional.
No campo unificado da realidade absoluta que é o Amor não há morte, apenas encontros e desencontros nas diversas dimensões da plenitude da existência e possibilidades da existência cíclica do Ser.
No nascimento-morte, vida que é Amor,
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
O Amor, caminho pela morte
Enquanto isto, aproveito a paisagem, tomo consciência de meus passos, amo cada vez mais a vida para, quando me entregar aos braços da morte, possa fazê-lo tranquilo, confiante de ter trilhado o caminho que me era possível e desejado.
Saudades suas, espelho meu com face tão própria e jeito tão diferente quanto igual; afinal, por mais diferentes que sejamos, humanos entre si e animais, a base é a busca da felicidade em meio ao sofrimento da vida, o que nos torna iguais.
Para você que está lendo, que as palavras lhe envolvam como um querido e afetuoso abraço, daqueles que transcende o tempo e o espaço, o nascimento e a morte, e que preenche de amor a vida.
No abraço do Amor,
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Amar – a responsabilidade que é viver – a escolha
Ter a questão existencial da escolha - do livre arbítrio como uma dádiva, uma graça divina - é uma responsabilidade a qual devemos fazer jus, explorando o máximo de nosso potencial, abandonando nossa vidinha ‘em-si-mesmada’ para viver a Vida em toda sua plenitude através do poder do Amor.
Devemos assumir esta responsabilidade e não deixá-la na mão de ninguém, nem de Deus. As pessoas tendem entregar tudo a Deus e se esquecer da responsabilidade máxima do livre arbítrio, daquilo que nos faz sermos o que somos: nossas escolhas.
Deus não serve apenas para ouvir nossas confissões ou nos consolar; seria muito pouco para um Todo-poderoso. Por que não se espelhar em suas qualidades – existentes ou projetadas, não importa – ao invés de lhe praticamente exigir sua piedade, quando não repulsado por uma extrema arrogância egóica? Os extremos demonstram a fraqueza do desequilíbrio homogêneo: ou todo submissão ‘mesmizificada’ ou todo insolência individualizada; isto quando não somos nem totalmente parte de um grupo homogêneo, tampouco somos indivíduos heterogêneos, quando não somos nem ego, nem não-ego, para não deixarmos de fora uma abordagem budista. Amor é o caminho do meio que tudo converge.
Devemos Amar e assim nos tornarmos Amor e unos; afinal, Deus não é Amor? Como querer se harmonizar com o divino – o extrínseco, o intrínseco e o secreto – se não estamos dispostos a Amar de verdade, se temos medo de sairmos de nós mesmos em direção ao outro? Como faremos parte do Todo? Como tornarmo-nos plenos, fortes e isentos da necessidade de piedade?
Amar é para os fortes. Amar é nada temer, tudo aceitar e trabalhar para melhorar a partir do ponto em que tudo se encontra. Não é conformismo, pelo contrário, é a via possível de transformação. É a divinificação do humano, a união superior, é o entendimento do que é possível e a viabilização do impossível. É a formação do Homo amabilis, do Übermensch.
Ser Amor é trabalhar em prol do progresso e união de todos
Não há contra-indicações. A toda hora de escolha, a cada momento, pare e reflita se sua ação resultante de sua escolha traz benefício para si tanto quanto para os demais humanos, animais, plantas. Mude hábitos por Amor. Mude gostos por Amor. Simplesmente mude por Amor. Mudar é evoluir e isto é Amor; por si, pelo outro, pelo Todo.
Pois é dando que se recebe Amor. E a mudança que o mundo tanto necessita começa por cada um de nós. E mudar não é perder e sim reforçar sua essência que não é outra que Amor: surgimos de um ato de Amor, devemos viver no Amor para transcender a morte com Amor.
Guiar suas escolhas por Amor lhe torna progressivamente Amor, que dá, recebe e propaga aquilo que é a única saída para a existência de vida inteligente neste planeta Terra: o desenvolvimento sustentável do Amor.
No Amor, o sustento do verdadeiro desenvolvimento,