Três máximas de como deixar o Amor fluir.
1. cada um tem seu próprio karma, busque o seu e deixe o caminho dos outros pros outros
2. regozije pelo outro; tenha prazer ao ver se completando um ciclo que vc ajudou a iniciar - sua vez chegará também aqui
3. tente dar sem esperar em troca e regozijar com a vitória alheia - essa já será sua maior vitória
No dharma que é puro Amor,
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quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 29 de junho de 2010
O grande momento na história do Amor
Não se pergunte o que o Amor pode fazer por você, mas o que você pode fazer pelo Amor.
Eis a fecundação do Amor-em-si, momento de conscientização, eternidade presente.
No dar que é receber,
Eis a fecundação do Amor-em-si, momento de conscientização, eternidade presente.
No dar que é receber,
quinta-feira, 17 de junho de 2010
A grande generosidade do Amor
A generosidade óbvia é dar. Mas há outra generosidade importante que poucas pessoas sabem exercer que é retribuir: um sorriso, um gesto, um obrigado; a abertura de receber, que pressupõe também a abertura para dar.
Se, contudo, reconhecimento e retribuição são essenciais, questiono.
Essencial mesmo apenas o Amor.
Reconhecimento e retribuição são imagens de Amor, não o Amor em si e ficar na expectativa deles pode nos tirar do foco de nossa vivência, de nosso centro, do Amor; podemo-nos viciar em receber reconhecimento e retribuição, quando o verdadeiro Amor é e nada necessita em troca. E, por esta qualidade livre, é capaz de com tudo trocar.
Há quem aponte reconhecimento e retribuição entre os alimentos do Amor.
E o Amor de verdade, precisa de alimento? Não está acima disto?
Até o Sol consome algo para doar sua energia – mesmo que seja a si próprio.
Todavia, o Amor só precisa ser contemplado para crescer e frutificar.
E a contemplação é mais forte que a ação; pois o forte tem potência contemplativa para ver o Amor em tudo e com tudo é capaz de trocar, discernindo, nunca julgando; enquanto quem não vivencia a potência do Amor em si busca criar seus prazeres a seu modo e, como demiurgo, distorce a realidade à forma de sua obra interior inacabada.
Esculpe-te o que tu és, obra-prima divina, Amor em estado bruto; lapida-te com grandiosa generosidade.
No atelier de nossos corações,
Se, contudo, reconhecimento e retribuição são essenciais, questiono.
Essencial mesmo apenas o Amor.
Reconhecimento e retribuição são imagens de Amor, não o Amor em si e ficar na expectativa deles pode nos tirar do foco de nossa vivência, de nosso centro, do Amor; podemo-nos viciar em receber reconhecimento e retribuição, quando o verdadeiro Amor é e nada necessita em troca. E, por esta qualidade livre, é capaz de com tudo trocar.
Há quem aponte reconhecimento e retribuição entre os alimentos do Amor.
E o Amor de verdade, precisa de alimento? Não está acima disto?
Até o Sol consome algo para doar sua energia – mesmo que seja a si próprio.
Todavia, o Amor só precisa ser contemplado para crescer e frutificar.
E a contemplação é mais forte que a ação; pois o forte tem potência contemplativa para ver o Amor em tudo e com tudo é capaz de trocar, discernindo, nunca julgando; enquanto quem não vivencia a potência do Amor em si busca criar seus prazeres a seu modo e, como demiurgo, distorce a realidade à forma de sua obra interior inacabada.
Esculpe-te o que tu és, obra-prima divina, Amor em estado bruto; lapida-te com grandiosa generosidade.
No atelier de nossos corações,
Laços do Amor:
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