O fim está próximo.
O fim está distante.
O fim está.
O fim está para a morte
como o eu para a vida.
Estamos, não somos,
queremos Ser.
E, querendo,
não somos
- estamos,
estagnados em nós mesmos.
Necessitando apenas Ser
desejando apenas Estar
longe de tudo, perto do nada,
livre para compor com o Todo (de sua existência)
- eterna.
Como o grito do silêncio,
a Luz da escuridão
e o delírio de todo são
que busca se individuar
para se tornar Uno
e assim o Todo glorificar.
Na divina comédia, apocalipse do Ser,
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Amor 'apokálypsis' est
Laços do Amor:
apocalipse,
Dante,
desejo,
divina comédia,
estagnação,
Estar,
existência,
fim,
glorificação,
necessidade,
Ser,
Todo,
uno,
vida
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Amor, fluxo do nascer e morrer, continuum da vida
A morte não deveria ser uma preocupação, pois é um fato inalterável e aquilo que não se pode mudar não deve nos preocupar, mas deve servir de parâmetro para aquilo que nós podemos alterar que é o viver, determinante de como iremos morrer.
Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.
Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.
Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.
No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,
Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.
Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.
Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.
No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Amor semper apertus est
Amor é estar sempre aberto; de braços abertos, sorrisco escancarado, mente liberta, livre de amarras emotivas, livre de pensamentos que julgam e nos prendem ao passado que se torna memória a cada segundo.
É estar aberto à possibilidade de que vai dar certo e que só depende de nossa vontade e representação interdependente que de fato dê.
É permanecer e resistir aberto, consciente do que lhe cerca e do que está em si, da equanimidade original que habita todo canto e habilita todo centro; e exatamente por isto conscientemente es-colher o que se planta – em si e na interação com o Todo -, ciente de que é tudo bom no absoluto, mas que há de se ter zelo no trato relativo à interação das partes ainda por se fundir.
É entender que tudo acontece e depende de nossa canalização – ou seja, não apenas interpretar, mas conduzir ao bem: na realidade da natureza tudo é vacuidade, somos nós que construímos – já a partir do olhar – o mundo em que vivemos: o valor que es-colhemos começa pela atenção que depositamos.
Poupa-te dos infortúnios, doa-te por inteiro: livre, destemido, terás coragem de Ser por completo, Amor fati, tornando-te teu destino, sem obstáculos, apenas trampolins.
Ao invés de mal-dizer um acontecimento que de alguma maneira lhe incomode, receba-o aberto – inspira – acolhe-o e transmuta-o para seu oposto: transformando latão em ouro.
Expira – emana ondas azuis, brancas e vermelhas, tais como se fosses uma pedra formando ondas no lago; promovendo assim uma transformação na estagnação da energia evitando que tudo se retraia e feche – como a cara, os braços, o coração e a razão; os portões do Ser.
Na alquimia da vida,
Laços do Amor:
alquimia,
amor fati,
canalização,
consciência,
coração,
coragem,
equanimidade,
estagnação,
Heidelberg,
memória,
ouro,
razão,
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Ser,
Todo,
vacuidade,
vida
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
O Amor é o Criador, a criatura e a criação
O princípio, o fim e o meio; o pai-mãe/casal, o filho e a (pro[cri])ação; o caminho, a verdade e a vida - Deus é Amor e nós o somos quando nos reunimos.
Do verbo faz-se o humano, o humano é ação, se encontra e define no agir, é o divino que se materializa no Amor - palavra realizadora que suporta a vida: do nascimento à morte e através da ressurreição.
O Criador não cria a dor, é o fraco em nós que a denuncia, pois toda criação é um parto que cria a ação transformadora da estagnação e que incomoda aqueles em nós que não suportam a força da impermanência: inerente à eternidade do Amor.
No alfa, no ômega e no soletrar - linguagem amorosa que constrói realidade e não apenas se adequa,
Do verbo faz-se o humano, o humano é ação, se encontra e define no agir, é o divino que se materializa no Amor - palavra realizadora que suporta a vida: do nascimento à morte e através da ressurreição.
O Criador não cria a dor, é o fraco em nós que a denuncia, pois toda criação é um parto que cria a ação transformadora da estagnação e que incomoda aqueles em nós que não suportam a força da impermanência: inerente à eternidade do Amor.
No alfa, no ômega e no soletrar - linguagem amorosa que constrói realidade e não apenas se adequa,
Laços do Amor:
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vida
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Para seguir em frente: Amor
Ao invés de mal-dizer e culpar algo ou alguém e assim estagnar em padrões próprios, ter a consciência do que se quer e guiar seus atos para conquistar seus objetivos, caminhando amorosamente no ciclo da impermanência.
Sabedores de que somos inicialmente animais indefesos diante de nosso instinto e desejos não ficaremos presos ao ego, mas sim conquistaremos aquilo único a ser possível de fato conquistar em vida - e que ninguém poderá nos tirar: a soberania de e sobre si próprio - a liberdade amorosa que abre caminho para o alcance e a vivência de nossa plenitude.
Não se trata desta luta sobre vencer os afetos sem matar os sentimentos, como diria Sêneca?
Somos nossas escolhas, afinal. Que saibamos escolher com amor para Amor nos tornarmos.
No Amor,
Sabedores de que somos inicialmente animais indefesos diante de nosso instinto e desejos não ficaremos presos ao ego, mas sim conquistaremos aquilo único a ser possível de fato conquistar em vida - e que ninguém poderá nos tirar: a soberania de e sobre si próprio - a liberdade amorosa que abre caminho para o alcance e a vivência de nossa plenitude.
Não se trata desta luta sobre vencer os afetos sem matar os sentimentos, como diria Sêneca?
Somos nossas escolhas, afinal. Que saibamos escolher com amor para Amor nos tornarmos.
No Amor,
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