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domingo, 24 de abril de 2011

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Amor, convergência de visões

Amor é a via da regra que equilibra o eu com o outro no nós através do Todo.

Amor é esta convergência, é ver urgência em co-laborar.

Na metodologia da terceira visão, à sustentabilidade e além,

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Amor, razão suprema

Sua força residia em sua fraqueza.

Seu poder emanava de sua sensibilidade.

A razão suprema sabiamente convergia a emoção da sensação e do sentimento e a razão do pensamento e da intuição através do instinto rumo ao corte e à superação.

Pulsava a força da vida com a clareza da compaixão; múltiplo e diverso, era sempre Ele mesmo sendo Outros, não se prendia nem nos Nós, era, é e sempre será Ele, Ela, o Todo, Amor.

No poder fraterno da abertura, ainda motivado pela força de viver e amizade do Ser do cão paraplégico,

domingo, 22 de agosto de 2010

Amor, abertura ao caos

Amar é contemplar o caos, o espaço aberto e sem forma, e ter a fé e perseverança de que as coisas acontecem quando menos esperamos. Não como queremos, mas como devem acontecer.

É aguardar com abertura e disposição para a troca que realmente lhe complete - e não apenas mais ou menos em um ou outro quesito.

Ter esta paciência somente é possível quando se está bem consigo mesmo, não necessitando de nada para se sentir completo, mas disposto a somar e multiplicar com outro inteiro para forjar um nós forte e resiliente.

É na abertura ao caos que o Amor gera a ordem que e-leva ao progresso: do Eu, do Outro e do Todo.

Na abertura que não demanda nada egoicamente, mas aceita tudo dentro do melhor dos mundos possíveis,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Voto é Amor

Voto é compromisso consigo mesmo.

O Amor é um voto tripartido: consigo, com o outro, com o Todo.

É eleição do que se eterniza a cada instante.

Na urna que pulsa em todos nós,

terça-feira, 29 de junho de 2010

Amor, natureza cósmica do Ser

Que a vida é feita de alternância, sabemos desde Heráclito, que os opostos se atraem e complementam desde Lao Tsé - e é belo ver como na astrologia tudo se erige sobre eixos na órbita do Ser: o eu, o Outro, o Nós e o Todo.

Síntese do Todo, filho do Amor de Pai Cosmos e Mãe Natureza, devemos prestar sinceras homenagens, tornando nossas vidas um louvor à Terra que amorosamente nos sustenta.

No alto astral e Amor sem igual a partir da natureza cósmica do Ser,

Amor, hoje, ontem e sempre

Amor é a força que converge o Eu e o Outro ao Nós e o realiza no Aqui e Agora.

Amor é o guia que direciona o Aqui e o Agora para o todo sempre.

Amor é a união do instante com a eternidade.

Na expansão da consciência,

quinta-feira, 27 de maio de 2010

O poder do não no Amor

Amor, ato de se estar aberto à troca, sem julgamentos ou pré-conceitos, sem simplesmente discordar ou dizer "eu tenho razão" - é entender como válido o ponto-de-vista alheio e de coração dialogar com ele.

É o ponto-de-partida do Outro e se o Eu busca a União no nós deve-se respeitá-lo e, ao fazê-lo, tomá-lo para si e, ao se apropriar dele, ter mais recursos para criar, expandindo o potencial latente na troca.

Amor é a sabedoria do dizer não, convergindo.

No reciclar, nunca no descarte,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Amor, conhecimento que gera espaço para um novo tempo

Amor é o espaço que acomoda o tempo e as interações; é o tempo que atualiza o espaço através das interações; é a interAÇÃO em si, que une e transcende tempo e espaço através do conhecimento de si e do Todo.

É convergência que une tempo-espaço-interação e gera conhecimento sustentável de si e do processo. E saber sem fazer ainda não é fazer; Amor é conhecimento aplicado em ação sustentável.

O Amor tende a ser difícil por ser a convergência do Eu-Outro-Nós a um ponto de equilíbrio e superação, onde a soma é maior que as partes.

No difícil que é apenas trabalhoso, requer apenas tempo e dedicação,

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Amor, louca reinvenção do Ser a partir da Shamata

O pulso ainda pulsa.

PULSO.

A mente ainda reage.

MENTE.

As mãos ainda manipulam.

PULAM.

E os macacos de galho em galho.

OLHA TEU RABO!

E lá vai o elefante, errante.

TROMBA.

Cai. Se levanta. A mente.

VOCÊ?

Senta. Medita.

OUTRA PESSOA.

E eu?

NÃO EXISTE.

A não ser na pureza de nossos corações.

SHAMATA.

Permaneça calmo.

AME.

Reinvente-se entre o Ser e o não-Ser, o eu e o outro;

AMOR, torna-te o que tu és

Ó BODISATVA, segue teu caminho.



Na louca sabedoria do Amor,

terça-feira, 27 de abril de 2010

Amor são

O Amor é mais que impulso, direção, união – Amor é, quando dois são; unos na tríade de si mesmos: eu, outro e nós.

Na saúde do Ser que em Rede é,

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Amor é dança

Ritmo, movimento e som - do corpo, da alma; do Eu, do Outro; um baile na ascese da vida na forjadura do nós, onde cada passo é um pulsar de beleza na espiral evolutiva, ora conduzindo, ora sendo conduzido.

Na batida do Amor,

sábado, 25 de julho de 2009

Amor é a força

A força que nos tira da relação dicotômica Eu-Outro, nos expande ao Nós, apresenta a vacuidade (Śūnyatā) e nos salva do Niilismo.

Que o Amor esteja contigo, hoje e sempre,

Amor é generosidade compassiva

Amor é o tornar-se completo em si mesmo e pelo meio hábil da generosidade compassiva ir ao Outro em busca da plena união de dois inteiros.

No compasso generoso do Amor,

quarta-feira, 15 de julho de 2009

O Amor Eu sou

Eu sou o vazio que deixo em ti. E quando torno te preencho e transbordo.

Eu sou sua expansão e crescimento. O conforto e a dor.

Eu sou a morte do eu; Eu sou a ressurreição do Eu.

Eu sou o pulsar da vida.

No não-julgamento do Amor,

domingo, 12 de julho de 2009

Amor - processo de superação

Mais que negar algo ou retirar algo da sua vida, é importante substituir o vazio deixado, com a pena do antigo (padrão) voltar com força ainda maior.

Mais que negar, o importante é afirmar.

Nisto encontramos a força do pleno desapego, o processo de superação do Amor.

No processo de caminhada e ascese do Amor, substituímos o Eu pelo Outro, mas, para não ficarmos nos extremos e no desequilíbrio, devemos repousar no nós, a união de todas as possibilidades que surge do nada que é pleno potencial - a vacuidade que abriga todos os fenômenos em potência.

No vazio de onde emana toda criação, Amor em essência,

terça-feira, 23 de junho de 2009

Terra - plataforma convergente do Amor

A estrutura atômica da Terra possibilita a convergência e materialização do Amor das diversas esferas, unindo a meta com a física, elevando ambas e propiciando a união das almas de maneira carnal e espiritual, onde não deve haver diferenciação entre ambas, posto que uno como o Amor, cujas ondas quânticas vibram dão suporte à matéria e vibram como átomos formando a mesma, tornando-a realidade quando também se tornam realidade - das ondas do pensamento à concretização das ações, podemos e somos só Amor.

O resto é ilusão e foge à reta razão estóica, estando em desalinho com o cosmos e nossa própria natureza.

O Amor aproxima, unifica e evolui as dimensões: do Próton, Neutron e Elétron; do Externo, Interno e Secreto; do Eu, do Outro e do Espaço-Tempo que é o Todo; alcançando a eternidade aqui e agora.

Na Terra, óvulo que o cometa do Amor fecundou,

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Amor é convergência na essência

Convergir as necessidades coletivas - de duas ou mais pessoas - com o desejo individual, isto é Amor.

E como convergir sem se chocar?

Através do conhecimento das partes, da idéia do Todo e do respeito absoluto: primeiro pelo que se chama de nós e depois igualitaria e equanimemente, sem distinção o outro e o eu.

Isso é Amor, o caminho que converge e soma na união, cujo resultado é sempre superior que o valor das partes.

Na convergência do Amor,

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

No Amor não há espaço para desculpas

Desculpar-se por Ser - enquanto agir no espaço e no Tempo - não condiz com o Amor.

De um lado o que age não deve se preocupar em se desculpar e sim focar para levar todas as conjunturas - Todo-Eu-Outro - em consideração para agir na justa medida, com a mente-coração, trilhando o caminho do meio deste triângulo de poder TEO (Todo-Eu-Outro).

Do outro, a pessoa que recebe a ação ou apenas percebe/acompanha deve fazer isto com abertura amorosa, receptiva, ciente de que o outro, que age, o faz com a melhor das intenções: ninguém deliberadamente erra. Se o faz é devido à ignorância e aos véus que impedem de ver a si e ao Outro e ao Todo com clareza. Pede-se compaixão e amor nestes casos.

Vale seguir a máxima nietzschiana da 'Vontade de Poder': cada um tem que exercer a sua de maneira amorosa sem se sentir culpado - o que em si já é redundante, pois creio que a verdadeira 'vontade de poder', o verdadeiro poder é o do Amor.

É o que você pode, é o que você quer? É isto que, dentro do seu conhecimento de sua amplitude o seu Ser pode dar de coração? Então pronto.

Sem culpa, sem remorso, mas com verdade.

Culpa é um conceito muito católico, nem crístico é! Cristo profetizava o perdão e o Amor divino, não a culpa. Isto é um conceito histórico, posterior, e nada se liga ao Amor emanado e propagado por Jesus.

Amém ao Amor,

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Amor, Transformação e União

Mesmo face à Luz do conhecimeno, o ser humano prefere ficar à sombra da ignorância; por isso o mundo está assim: falta a força transmutadora do Amor que age sobre o Eu, o Outro e a favor do Nós.

No Amor,