O destino é infalível para a formação de caráter - mas só se apropria dele quem quer.
Amor Fati, eis o meu destino, eis o meu Amor: aceitar o Todo para a tudo transformar.
Amor ao destino - Amor Fati, fazendo de tudo o seu caminho de ascese; eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho, amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na liberdade de Ser quem Eu Sou,
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sábado, 24 de dezembro de 2011
O caminho do Amor entre o destino e o livre arbítrio
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Amor ao destino
O destino é infalível para a formação de caráter - mas só se apropria dele quem quer.
Amor Fati, eis o meu destino - aceitar o Todo para a tudo transformar, fazendo de tudo o seu caminho de ascese, eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho: amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na realização da não-dualidade, cultivando a bodhichitta,
Amor Fati, eis o meu destino - aceitar o Todo para a tudo transformar, fazendo de tudo o seu caminho de ascese, eis o caminho do forte, eis o caminho do bodisatva, eis o meu caminho: amar até os espinhos, pois amar apenas o aroma é óbvio demais.
Na realização da não-dualidade, cultivando a bodhichitta,
domingo, 8 de maio de 2011
Quando tudo se desmancha, começa o Amor
ama a flor porque se desmancha
por seu cheiro, aroma de desejo
impermanência da forma
cor, aroma.
desmancha a flor
por seu espinho
chora seu tempo
sua dor
por que a flor desmancha
por seu manuseio
pelo vento do devir
mágica que encanta e voa
a flor ama porque se desmancha
pétala por pétala
véu por véu
somos ambos o mesmo céu
Na ação que emerge natural do encontro da vacuidade com a forma, unidade que se impera em nós,
por seu cheiro, aroma de desejo
impermanência da forma
cor, aroma.
desmancha a flor
por seu espinho
chora seu tempo
sua dor
por que a flor desmancha
por seu manuseio
pelo vento do devir
mágica que encanta e voa
a flor ama porque se desmancha
pétala por pétala
véu por véu
somos ambos o mesmo céu
Na ação que emerge natural do encontro da vacuidade com a forma, unidade que se impera em nós,
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
A dor do espinho não sufoca o grito de Amor
A vida, tão bela e aromada,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.
Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.
Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.
Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade
De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.
No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,
não entende porque insisto,
em espetar-me nos espinhos,
daquela que não quer ser por mim cuidada.
Esta flor tão bela quanto meu mais feliz sonho,
abismo medonho
da realidade fragmento
só não pode esquecer que sou-lhe todo a cada momento.
Nem disto,
nem dos carinhos
e do caminho rumo ao norte que prometemos juntos percorrer.
No silêncio dos passos, pelos caminhos da vida, ei de amá-la até morrer.
Guardo por ti em meu peito,
um carinho singelo, do meu jeito
uma vontade de felicidade
que só espera a oportunidade
De sermos um e não dois,
de sermos para sempre felizes
sem deslizes
sem deixar para depois.
No desabrochar do sentimento puro, aroma de vida que eclode a todo instante, lapso no passado, incógnita do futuro, ausência que se faz e completa o presente,
Laços do Amor:
abismo,
aroma,
carinho,
desabrochar,
espinho,
felicidade,
flor,
fragmento,
norte,
oportunidade,
poema,
poesia,
realidade,
sentimento,
sonho,
vida
segunda-feira, 26 de julho de 2010
Haiku do Amor
Amor criador
é os olhos do mundo
Amor fecundo
Amor semente
disseminação do bem
sem olhar a quem
Alma floresce
exala o aroma
Do Ser ascese
Amor é lindo
contemplação do Uno
escada do Ser
No 5-7-5, esquema do Amor que permeia sílabas e células no ritmo eterno e belo da verdade de nós,
Laços do Amor:
aroma,
ascese,
beleza,
bem,
contemplação,
criação,
disseminação,
escada,
eterno,
fecundação,
florescimento,
mundo,
olhar,
ritmo,
semente,
sílaba,
uno,
verdade
domingo, 11 de julho de 2010
Amor, flor do Ser
O corpo é a terra fértil, o vaso no qual cultivamos nossa flor que desabrocha em nossos corações.
A alma é o aroma agradável que nos concede esse cheiro de eternidade.
Amar é selecionar a semente a ser cultivada, é a rega, o adubo, a poda, a erradicação das ervas daninhas e parasitas e o regozijo com a forma, o aroma, a textura e a Luz, beleza da flor de nosso Ser, que desabrocha em e por Amor.
No adubo de nossos corações,
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Amor, desabrochar da unidade
Sábio Drummond já dizia: "entre a raiz e a flor há o tempo", mas não esqueça que há também espinhos e espaços, aroma e abraços.
Dois lados formam um Todo e estes uma tríade e na tríade se funda a unidade.
Nas 3 esferas do Amor - passado-presente-futuro, corpo-fala-mente, eu-nós-outro, eros-ágape-philia - Amor fati em essência,
Dois lados formam um Todo e estes uma tríade e na tríade se funda a unidade.
Nas 3 esferas do Amor - passado-presente-futuro, corpo-fala-mente, eu-nós-outro, eros-ágape-philia - Amor fati em essência,
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Amor - felicidade que gera compromisso
A felicidade gera o compromisso e não o contrário. As pessoas vivem cada vez mais em função da obrigação e do interesse de um compromisso e não mais por Amor, deixando escapar assim a possibilidade da felicidade genuína.
A felicidade sustenta o compromisso; o compromisso sufoca a felicidade. O Amor? Liberta.
A liberdade de Ser-em-si e de se relacionar plenamente com o Todo, na afirmação de sua vontade, dá espaço para cômodas trocas e aceitações em nome da conveniência ou do medo, abrindo-se mão do banquete da vida por migalhas de sobrevivência condimentadas com temperos ilusórios da vantagem e do conforto.
A maioria se furta a afirmar a sua vontade por medo ou insegurança, presos a um frágil, mas opressor sentimento de necessidade de estabilidade que, projetado em uma relação, torna ambos reféns de si próprio e do outro, gerando tensão desnecessária e contrária aos desejos que irá explodir ao invés de fissurar - a afirmação da vontade pode até fissurar mais constantemente, mas é através desta fissura que a relação cresce e atinge níveis ainda maiores de realização e felicidade plena.
A busca da plenitude cansa a maioria só de pensar e o Amor perde espaço para a segurança financeira e/ou emotiva, o conforto e a ostentação do luxo.
Outros desistem após desilusões em sua busca. Lástima por não verem que faz parte do caminho e é uma vitória do Ser a retirada de cada véu da ilusão.
O Amor não é fácil. O Amor também não é difícil. O Amor é.
E quando nós aprendermos a Ser seremos plenos em nós mesmos e capazes de nos relacionar amorosamente, seremos Amor e viveremos em paz. Conosco e com o próximo.
Não estou querendo apoiar relacionamentos instáveis, tampouco conflituosos, pelo contrário. Mas mais do que o contrário, não estou querendo afirmar o contrário da negação do desamor que nos assola por medo ou insegurança. Busco afirmar um novo patamar de relacionamento, onde compromisso e segurança são ramos da semente do Amor e, por isto, exalam no caule, nos ramos e nas flores, o aroma da genuína felicidade, terroir da liberdade, do crescimento individual-coletivo e de novos horizontes.
Na profunda simplicidade do Amor, fluído caminho da alma,
A felicidade sustenta o compromisso; o compromisso sufoca a felicidade. O Amor? Liberta.
A liberdade de Ser-em-si e de se relacionar plenamente com o Todo, na afirmação de sua vontade, dá espaço para cômodas trocas e aceitações em nome da conveniência ou do medo, abrindo-se mão do banquete da vida por migalhas de sobrevivência condimentadas com temperos ilusórios da vantagem e do conforto.
A maioria se furta a afirmar a sua vontade por medo ou insegurança, presos a um frágil, mas opressor sentimento de necessidade de estabilidade que, projetado em uma relação, torna ambos reféns de si próprio e do outro, gerando tensão desnecessária e contrária aos desejos que irá explodir ao invés de fissurar - a afirmação da vontade pode até fissurar mais constantemente, mas é através desta fissura que a relação cresce e atinge níveis ainda maiores de realização e felicidade plena.
A busca da plenitude cansa a maioria só de pensar e o Amor perde espaço para a segurança financeira e/ou emotiva, o conforto e a ostentação do luxo.
Outros desistem após desilusões em sua busca. Lástima por não verem que faz parte do caminho e é uma vitória do Ser a retirada de cada véu da ilusão.
O Amor não é fácil. O Amor também não é difícil. O Amor é.
E quando nós aprendermos a Ser seremos plenos em nós mesmos e capazes de nos relacionar amorosamente, seremos Amor e viveremos em paz. Conosco e com o próximo.
Não estou querendo apoiar relacionamentos instáveis, tampouco conflituosos, pelo contrário. Mas mais do que o contrário, não estou querendo afirmar o contrário da negação do desamor que nos assola por medo ou insegurança. Busco afirmar um novo patamar de relacionamento, onde compromisso e segurança são ramos da semente do Amor e, por isto, exalam no caule, nos ramos e nas flores, o aroma da genuína felicidade, terroir da liberdade, do crescimento individual-coletivo e de novos horizontes.
Na profunda simplicidade do Amor, fluído caminho da alma,
Laços do Amor:
alma,
aroma,
conforto,
conveniência,
desilusão,
felicidade,
flor,
ilusão,
liberdade,
luxo,
Nietzsche,
paz,
semente,
simples,
sobrevivência,
vontade de poder
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Arrebatamento do Amor
O poder arrebatador do Amor transforma instantes antes em eternidades depois ao forjar o agora no aqui.
Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.
É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.
No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,
Nada mais é preciso, o impulso de Eros explode e quando de sua plenitude se transvalora em direção sublime valorizada em fecunda união.
É o Amor despertando em primavera, desabrochando em flor, ebulindo em aroma verão e suas cores, sem ter mais que a certeza do outono e do inverno e de um renovado despertar, estações da aurora de nosso Ser.
No devir do Amor, poder do arrebatamento que é a vontade de poder da eternidade finita que transcende e vai além, imamente em nossa mente-coração,
Laços do Amor:
4 estações,
agora,
aqui,
aroma,
despertar,
eros,
eternidade,
finita,
flor,
imanente,
instante,
mente-coração,
Nietzsche,
Ser,
transcendente,
união,
vontade de poder
terça-feira, 14 de julho de 2009
Amar é cultivar a arte em si
Amor é o belo, o único, o singelo.
Amar é cultivar seu pleno potencial, tornar-se artista de sua própria existência, emoldurar-se como obra-prima na galeria da vida.
É eternizar-se nos olhos, ouvidos, pele, nariz e língua de quem sente na mente-coração o cultivo alheio do artista em si.
Nas cores, sons, formas, aromas e gostos do Amor,
Laços do Amor:
aroma,
arte,
belo,
coração,
cores,
forma,
galeria da vida,
gosto,
mente,
obra-prima,
único
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