A dor da espera que se sente
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.
Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.
Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011
domingo, 28 de novembro de 2010
Amor próprio Amor
É próprio ao Amor amar a si mesmo, enquanto meio de ligação e enquanto mensagem de união, pois como poderia dar sem ter ou conectar sem reconhecer?
Amor é verbo, sujeito e objeto, mas nunca sentença, pois não julga, antes redime, sustenta e glorifica; dá sentido e situa o conhecimento do e no tempo e espaço, ampliando nossos horizontes, cosmificando nossa dimensões.
Nas dez direções do Todo Amor,
Amor é verbo, sujeito e objeto, mas nunca sentença, pois não julga, antes redime, sustenta e glorifica; dá sentido e situa o conhecimento do e no tempo e espaço, ampliando nossos horizontes, cosmificando nossa dimensões.
Nas dez direções do Todo Amor,
Laços do Amor:
conectado,
conhecimento,
dez direções,
dimensões,
direção,
espaço,
glorificação,
horizonte,
ligação,
objeto,
redenção,
sem julgamento,
sujeito,
sustentabilidade,
tempo,
união,
verbo
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Amor, verbo sustentável direto atemporal
O imperfeito não participa do passado nem da evolução vigente;
liberto da causa-efeito,
o presente se torna ação consciente,
moldando um futuro mais que perfeito.
A legião do Amor conjuga os tempos,
abre e desdobra os espaços,
redimensiona os verbos,
eleva seus resultados.
Na conjugação da sustentabilidade, relação direta entre sujeito-objeto, ação em si,
Laços do Amor:
causa,
conjugação,
efeito,
elevação,
espaço,
evolução,
futuro,
karma,
Legião Urbana,
objeto,
passado,
presente,
resultados,
sujeito,
sustentabilidade,
tempo,
verbo
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
O Amor paradoxal
Quando se ama, sente-se uma sensação de leveza e liberdade, mesmo estando paradoxalmente atado - até preso - ao objeto amado.
Compreender, aceitar e vivenciar este paradoxo e fazer do Amor a compreensão da essência dicotômica da vida, realizando assim sua unidade e, com isto, nosso destino, eis o nosso caminho.
Transcender sujeito que ama e objeto amado para se tornar de fato Amor, inabalável, imaculável, puro e todo abrangente, independente na interdependência do Todo.
No dois que é um que são três,
Compreender, aceitar e vivenciar este paradoxo e fazer do Amor a compreensão da essência dicotômica da vida, realizando assim sua unidade e, com isto, nosso destino, eis o nosso caminho.
Transcender sujeito que ama e objeto amado para se tornar de fato Amor, inabalável, imaculável, puro e todo abrangente, independente na interdependência do Todo.
No dois que é um que são três,
Laços do Amor:
caminho,
compreensão,
destino,
dicotomia,
essência,
independente,
interdependência,
leveza,
liberdade,
objeto,
paradoxo,
sensação,
sujeito,
Todo,
unidade
terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor conforme o caminho conforme o Amor
Amar é desapegar-se do objetivo e dos resultados; é, antes e sempre, um conformar-se (tornar-se a forma através da interação) com o caminho na certeza de que este é tão multifacetado e variado como o sem fim de possibilidades de nós mesmos.
Amor é o caminho, o caminho é o Amor. E nós, um infinito de maneiras de percorrê-lo.
Na afirmação da vontade que independe de objetos exteriores, de ganhos ou perdas, Amor que é evolução-em-si, trilha do destino,
Amor é o caminho, o caminho é o Amor. E nós, um infinito de maneiras de percorrê-lo.
Na afirmação da vontade que independe de objetos exteriores, de ganhos ou perdas, Amor que é evolução-em-si, trilha do destino,
Laços do Amor:
afirmação,
caminho,
desapego,
destino,
evolução,
ganho,
infinito de possibilidades,
interação,
multifacetado,
objetivo,
objeto,
perda,
resultados,
sem fim,
sempre,
trilha,
vontade de poder
quinta-feira, 3 de junho de 2010
A regularidade do Amor irregular
A conjugação do Ser é irregular.
O Ser se regulariza na ação do verbo e encontra seu complemento nominal no objeto direto de sua necessidade ou indireto de seu desejo.
No vocativo do Ser,
O Ser se regulariza na ação do verbo e encontra seu complemento nominal no objeto direto de sua necessidade ou indireto de seu desejo.
No vocativo do Ser,
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Amor, não obsessão
Não, o Amor não leva à obsessão.
Na verdade este Amor que se torna obsessão é o Amor Eros, o terço do Amor animal, instintivo, erótico, impulso que aprisiona se não for conduzido à elevação - ágape - e ao sair-de-si, do ponto inicial para percorrer seu caminho na eternidade e, no devir, confirmar o Ser mais amplo e expandido - Amor philia -, liberto do dualismo, aberto e em união com o Todo - Amor fati.
Só há obsessão na relação sujeito-objeto.
O verdadeiro Amor transcende o dualismo e confirma a unidade da trindade, por isto é sagrado mesmo em meio ao mundano: não há distinção, de fato não há sagrado ou mundano, não há véus.
Há apenas Amor, sem amado e amante: este é apenas o primeiro passo, o engatinhar do jogo onde não há vencedor, tampouco vencido; e este jogo é a Rede da Vida.
No tear do complexus,
Na verdade este Amor que se torna obsessão é o Amor Eros, o terço do Amor animal, instintivo, erótico, impulso que aprisiona se não for conduzido à elevação - ágape - e ao sair-de-si, do ponto inicial para percorrer seu caminho na eternidade e, no devir, confirmar o Ser mais amplo e expandido - Amor philia -, liberto do dualismo, aberto e em união com o Todo - Amor fati.
Só há obsessão na relação sujeito-objeto.
O verdadeiro Amor transcende o dualismo e confirma a unidade da trindade, por isto é sagrado mesmo em meio ao mundano: não há distinção, de fato não há sagrado ou mundano, não há véus.
Há apenas Amor, sem amado e amante: este é apenas o primeiro passo, o engatinhar do jogo onde não há vencedor, tampouco vencido; e este jogo é a Rede da Vida.
No tear do complexus,
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Do erudito ao popular, Amor é no que há
Amor nãoé rebuscar em sua busca,
é simplesmente Ser em plenitude
na arte que é viver,
não mais em busca, mas no Ser.
Não há nada fora,
não há nada dentro,
além fronteiras não há nada
a não ser o Ser no Amor.
Sujeito-Objeto-Ação,
só necessitamos da contemplação
nada mais, nada menos
é no Amor que nos temos.
Na certeza de estar vivo,
é simplesmente Ser em plenitude
na arte que é viver,
não mais em busca, mas no Ser.
Não há nada fora,
não há nada dentro,
além fronteiras não há nada
a não ser o Ser no Amor.
Sujeito-Objeto-Ação,
só necessitamos da contemplação
nada mais, nada menos
é no Amor que nos temos.
Na certeza de estar vivo,
Laços do Amor:
ação,
arte,
busca,
certeza,
contemplação,
fronteiras,
objeto,
plenitude,
Ser,
sujeito
quinta-feira, 16 de julho de 2009
No silêncio compreensivo do Amor
Não continue lendo. Não perturbe o silêncio de sua mente. Não acorde o Amor em sua alma.
Antes desperte você e se prepare para ter com o Amor.
Preparado, saberás que o que dorme e o que observa são ambos uno, que o Amor é tanto aquele que vela, quando o que é velado, é o velar em si, que tanto é fato e ação, quanto sujeito e objeto – e tão mais é Amor quando desta ontologia distintiva e dualista não faz mais uso, compreendendo a unidade da trindade do Ser Amor que de um sujeito e um objeto se faz verbo e vai além.
E o Amor é esta proposta de ir além das limitações conceituais, é entender que amar a si é forjar corpo e alma em um só espírito, divino por natureza, na ascese por vocação.
No chamado do Amor que aos fortes desperta,
Antes desperte você e se prepare para ter com o Amor.
Preparado, saberás que o que dorme e o que observa são ambos uno, que o Amor é tanto aquele que vela, quando o que é velado, é o velar em si, que tanto é fato e ação, quanto sujeito e objeto – e tão mais é Amor quando desta ontologia distintiva e dualista não faz mais uso, compreendendo a unidade da trindade do Ser Amor que de um sujeito e um objeto se faz verbo e vai além.
E o Amor é esta proposta de ir além das limitações conceituais, é entender que amar a si é forjar corpo e alma em um só espírito, divino por natureza, na ascese por vocação.
No chamado do Amor que aos fortes desperta,
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