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sexta-feira, 18 de abril de 2014

Amor, ponto de convergência que é Ser

Amor é sabedoria metafísica-transcendental do corpo, sabedoria primordial da alma; âncora e asas, Razão e Sensibilidade de nosso Ser, empreendimento em expansão através do conhecimento emergido pela consciência.

Amor é auto-crítica da Razão; pura prática.

Na pureza da intenção,

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

O Amor confere a certeza

Não sinto pena
A vida não tem fim nas indecifráveis ruas de Ipanema
O que brota das andanças
É uma saudosa tristeza
Que emerge das mudanças
E do apego à beleza
Do que um dia já foi e já não é mais
Minha alma navega nos meus sonhos
Enquanto meu corpo só cais
Já não há terra à vista
E o que antes eram pesadelos medonhos
Agora são apenas mais uma pista
De que amar é preciso
Justamente viver, sem ser indeciso

Na certeza de que só o Amor nos traz,

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O corpo do Amor

O corpo pode ser um obstáculo ou um aliado, dependendo da perspectiva de abordagem, mas definitivamente é p(otencial)arte da jornada - tela na qual obramos nosso Ser, matéria-prima primordial na qual nos esculpimos.

Notar o corpo é um passo importante na dança da evolução.

No diálogo compassivo,

sábado, 13 de julho de 2013

Amor, consciência purificadora

A purificação do Ser passa pela conscientização do Estar.

Respeite o momento. Obre-se arte, ó artista de si mesmo, torne belo cada momento pelo instante de teu olhar - aprecia o belo, cultiva o bem e colherás o sublime.

Pense-se. Ame-se. Sinta-se. Supere-se. Entregue-se ao prazer de obrar, de idealizar o ato, de encenar a vida com toda virtuosidade que sua visceralidade pede e virtude que o coração confere, dignificando-a como desejo, arquitetada pela mente, projetada pela fala, que os sentidos corporificam e a mente-coração sente; valoriza.

No olhar que constrói realidades sustentáveis, cujos destinos futuros tem seus pilares erguidos no passado e suas vigas projetadas no presente,


segunda-feira, 8 de abril de 2013

O Amor reflete a Lua balsâmica de Áries

Metade de mim é partida,
metade está na jogada,
me lanço ao mar,
meu corpo é minha jangada,
cujo coração brilha à luz do luar.

Na an-coragem de seguir adiante sem medo de ser feliz,

Inspirado na Lua Balsâmica em Áries, que segundo Dimitri Camiloto, reflete o momento de deixar sair e ir embora tudo o que restringe ou nega o ser sem nada de positivo acrescentar.

Que todos possam se beneficiar - sarva mangalam!

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Amor, não-objeto

Meu desejo me faz ter ouvido de mercador, onde a alma sedenta oferece o corpo ao prazer e à dor.

Na ágora do agora, superação da oferta e demanda,

sábado, 22 de setembro de 2012

Da criação do sublime em mim

Enquanto meu coração afirma que sim
E minha mente boicota e diz não,
Meu corpo se impede no talvez
E pede mais uma vez

E para sempre

Meu coração grita que te ama,
Minha mente aprende e sustenta
Meu corpo sussurra reflexivo,
Amar é constante aprendizado exaustivo.

Exausto e feliz, meu Ser se admira com a sublime existência de nosso encontro.

Na eternidade que insiste me acompanhar toda vez que lembro da conexão de nosso olhar,

O processo do Amor

Quando a mente sabe que não, mas o corpo clama que sim, o coração é o fiel da balança e harmoniza o confronto através de um alternado diálogo.

Na confiança que emerge da pureza da intenção,

terça-feira, 24 de abril de 2012

Amor condutor

O carro, nossa carruagem, o corpo nos é dado genetica- e biologicamente; devemos aprender a nos guiar e manter na prática, inspirando-nos em grandes mestres das curvas da vida.

Na manutenção da conquista do desempenho ideal do Ser e na conquista da manutenção do desempenho ideal, ordem e progresso,

quarta-feira, 21 de março de 2012

Amor - longo, breve, intenso, eterno - vazio sentido e convergido em sentido

O vazio

do silêncio
do sentido
da ausência

dá espaço

à carência
à solidão
à tristeza

tudo pára
pára tudo
que se quer descer

de onde
para onde
chegou-se

à aporia do Ser

magnífico lugar
esplêndido tempo
- do vazio emerge um novo vento

interno - o silêncio

da liberdade brada
aurora que anuncia
a construção de um novo Ser

que sem caminho
criou asas
e meditou

forjou seu novo espaço na mente
- e planejou
e seu planejar é ação

não há distinção
é tudo harmonia
em suave tensão

entre relativos que se convergem
em absoluto espaço
infinito modus do corpo-fala-mente

entre o Ser e o não-Ser
o foco no Estar e Fazer
e o regozijo no acontecer

contemplar o fluxo

escolher o destino
sentir o vento
içar as velas

viver

enquanto brilhar o longo dia
até a breve noite vir me acolher

Na sustentável leveza do Ser,

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Amor - es-colhendo o melhor do melhor do mundo

O MELHOR DO MELHOR DO MUNDO é quando se está amando.

Amar é viver o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.

Amor é ser o MELHOR DO MELHOR DO MUNDO.

O que o Amor não faz com as pessoas? As canaliza para a superação!

Amor à vida, sempre; por alguém - no sentido além-philia - só quando é especial, quando ativa todos os chácras do corpo e faz o mesmo se tornar um só mente-coração, onde tudo vibra e reluz uníssono.

Amar é dizer sim ao poder que converge todas as potências.


Naquilo que potencializa a todos e nos torna mais divinos, sorriso que entusiasma,

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

No Amor a espera é contemplação

A dor da espera que se sente
é a luta do corpo com a mente:
entre o desejo de possuir
o objeto de felicidade
e a necessidade de sentir
se é tudo verdade.

Transmuta-se o tempo em aprendizado,
de si, do outro e na contemplação do Ser amado.

Na espera que sangra, mas cura, amadurece, dá frutos e combate o fast-food das emoções cada vez mais líquidas,

Amor, sabedoria do corpo, tecnologia da alma

Amor é a sabedoria do corpo, tecnologia da alma que purifica o fogo da paixão e conduz a chama ao calor da relação.

Na sustentável união do Ser,

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A consciência é Amor

Consciência sem ação é ilusão.

A verdadeira consciência é a unidade do Amor tripartido em corpo, fala e mente e que perpassa todo nosso Ser como 'fio de Ariadne' a nos auxiliar a conduzir nossa sabedoria (conhecimento amoroso) à liberdade de nosso Ser.

Apenas quando alinhamos o que pensamos, dizemos e fazemos com algo superior que se encontra escondido - mas pronto para se revelar - dentro de nós é que encontramos a fonte inexaurível da felicidade genuína que nos alimenta e ao mundo com o qual interagimos.

Amor é a busca e o encontro com a felicidade, que Gandhi definia assim: "felicidade é quando o que você pensa, o que você diz e o que você faz estão em harmonia".

Eis o Amor, única felicidade genuína e sustentável - o resto é ilusão.

Na correnteza do Amor,

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Nas asas do Amor

Sinto recair sobre mim o peso da idade, o pesar dos anos, o passar do tempo.

Quanto mais me curvo, maior o peso da consciência de não estar fazendo o melhor de mim - esta oportunidade ímpar que é o nascimento humano.

Contemplo. E quanto mais me anulo, mais o peso perpassa aquilo que já não sou e que deixei para Ser; o fardo se prostra aos meus pés e se apequena abaixo de mim.

Elevo-me nas asas da sabedoria para voar rumo ao destino mais próspero e leve e reunir novamente meu impulso erótico à minha psiquê - para, através do Amor, enfim saber o quê este Ser cósmico veio fecundar neste corpo caótico e cheio de potencial.

- Veio moldá-lo à beleza e harmonia do sorriso sincero que emana do cultivo diário da felicidade genuína que se manifesta em cada um à sua maneira, mas em todos com sorrisos largos, braços abertos e coração reconfortador.

No foco que ressalta o diferencial de cada um, inúmeras maneiras convergentes de plantar e colher felicidade em nossos corações,

domingo, 24 de abril de 2011

Do caos ao cosmos - na perspectiva do Amor

O Eu é apenas o co-ordenador do caos que nos habita em forma de corpo-fala-mente e que espelha o caos exterior, pois tudo é caos.

É nossa missão de vida harmonizar corpo-fala-mente para gerar o cosmos em nós e auxiliar na concepção do cosmos coletivo, caos coletivo ordenado pelo Amor universal.

Não há outra coisa que o Todo, o Eu é apenas uma perspectiva de ação, um ponto de canalização da potência do Todo que verve também em nosso Ser e que deve comungar com o Todo para se sustentar.

É necessário humildade e aceitação para elevarmo-nos à nossa condição divina de Übermensch - a começar pelo reconhecimento de nosso momento perante a eternidade.


Na perspectiva de ação de um plano maior, a teia da vida na qual estamos enredados e pela qual engendramos,

No discernimento do Amor

Não há bem ou mal, mas boa ou má condução do fluxo rumo à ascese - ações mais ou menos corretas.

Eis o Amor, não-julgamento de pessoas, mas discernimento por ação.

Na clareza de cada gesto de corpo-fala-mente,

domingo, 6 de março de 2011

A folia do Amor

Ó abre alas quando o Amor passar.
Não passa, desfila e se eterniza na saudade.
É volúpia, desejo, pulsão, vontade,
é beijar, pegar de jeito, é sentir na pele o Amar.

Carnaval é o aval do espírito
aos impulsos da alma.
É o aval da carne ao consumo sem calma
tudo pode, sob os auspícios de Baco, neste seu rito.

Alguns dias de loucura,
corpos nus, seios, bundas, ó tortura!
Bundalelê, bacanal,
são dias insanos, sem igual.

O problema não é o ponto fora da curva,
mas a consciência que se turva.
Uma satisfação do anseio mais mundano,
cujo único problema é se estender por todo ano.

Pois o Amor é tudo isto,
mas muito mais.
É também cuidar por ser bem quisto,
e não apenas usar da beleza exterior, das ilusões ou dos apliques irreais.

Que em meio à alegria dionisíaca
o carinho e o bem querer
vençam a tentação demoníaca
do só querer fuder.

Começa assim, devagarinho
aumenta a pressão
ascende tua alma com carinho
eleva tua carne da devassidão.

Fode.
O quanto pode.
Fode.
Enquanto pode.

Contempla o divino.
Após o êxtase vem sempre o vazio, menino.
O sexo não é brincadeira,
é o melhor caminho para a ascese verdadeira.

Mas sexo é muito mais que comissão de frente.
É harmonia, evolução,
ritmo, percussão.
É unir corpo-fala-mente.

Amor é sexo, sexo é Amor.
Às vezes com, às vezes sem dor.
O outro, sem o um, inexiste,
por isto que, quando praticados separados, faz ficar triste.

É unir dois corpos,
duas falas,
duas mentes
a um só destino.

É unir pessoas
em nações boas
e diluí-las no mundo,
unindo tudo ao fluxo de ascese da realidade, no fundo.

Olha que coisa mais linda,
uma nova realidade em cada rebolar.
Uma potencialidade em cada troca de olhar.
Um sonho de felicidade que a cada quarta-feira de cinzas, finda.

No balanço a caminho do mar,

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ensinamentos do Amor: uma lição, dois caminhos

Só há um Deus, o Amor, um Todo multifacetado, ao qual nada é parelho e tudo converge, sendo tudo ferramenta de sua ação, Força cuja Luz nos guia em nossa ascese pela via do sorriso e pela via da dor, pois há ensinamentos que apenas a dor traz, porquanto gostariamos de trafegar apenas pelos cantos dos sorrisos.

Mas de nossos lábios não saem apenas palavras belas e enfrentamos no vale da sombra da morte o eco de nós mesmos: a distorção da projeção da pequenês de nosso ser quando não nutrido pelo Amor universal que nos perpassa e engrandece quando estamos abertos para genuina e equanimemente trocarmos com tudo, com todos e com o Todo, sem exceção. E muito menos sem rejeição.

O grande aprendizado da vida se encontra em compreendermos que tudo é ensinamento, que devemos colher aprendizado para evoluirmos enquanto seres de LA - Luz e Amor -, porquanto estamos aqui para cumprirmos provas e espiações. Relutar apenas nos atrasa no processo.

Nosso corpo é o quadro onde nossa alma evolui e aprende interagindo, em um cenário onde não pode haver apego, pois a impermanência é quem cobra os resultados deste aprendizado: aprender a fluir com o Todo, quer seja no sorriso, quer seja na dor.
Os obstáculos fazem parte do caminho, são o caminho e nos reforçam em nosso foco e objetivo se assim o desejarmos. Ou podem nos fazer voltar ao início.

Como na escola, quem não aprende por bem ou por mal, repete. E assim ficamos presos ao Samsara para repetir experiências até aprendermos como Seres a lidar com as mesmas de maneira sustentável, íntegra e magnânima, libertando-nos de nós mesmos.

O desespero apenas ocorre na ausência do Amor e falta de fé no aprendizado.

Contemplar os limites de nosso corpo nos eleva à eternidade de nosso Ser na infinitude de nosso caminho.

Na Força que aniquila todo o desespero, Luz que dissipa toda escuridão, tantra do aprendizado, razão de viver,

sábado, 6 de novembro de 2010

Na ciência do Amor

Na matemática do Amor a felicidade não é uma variável, deve ser uma constante. E somos nós que a determinamos.

Como também determinamos nosso destino: não o que acontecerá, mas como lidaremos com as situações e que fATOS conduziremos à realização, eis nosso livre arbítrio.

A felicidade é um destino esperando por se realizar, um meme pronto para se perpetuar; da mente ao corpo através da nossa fala, verbo que se faz criação.

Na ciência de que cada Ser humano foi concebido para fazer história,