Múltiplas abordagens, uma questão: o ser e suas relações – para além da razão e das emoções.
sexta-feira, 29 de maio de 2015
O Amor de Søren, Friedrich e Arthur
Múltiplas abordagens, uma questão: o ser e suas relações – para além da razão e das emoções.
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Amor, ponto de convergência que é Ser
Amor é sabedoria metafísica-transcendental do corpo, sabedoria primordial da alma; âncora e asas, Razão e Sensibilidade de nosso Ser, empreendimento em expansão através do conhecimento emergido pela consciência.
Amor é auto-crítica da Razão; pura prática.
Na pureza da intenção,
domingo, 29 de dezembro de 2013
Amor, a meta-condução
Amor é o espaço de compreensão das vontades.
Amor é o conhecimento da compreensão das vontades.
Amor é o processo da compreensão das vontades.
Amor é a sabedoria da compreensão das vontades.
Amor é o sinal da compreensão das vontades.
Amor é a compreensão das vontades.
Amor é das vontades 'autopreensão'.
Amor é a gestão das vontades;
____ e as vontades, pura in-forma-a-ação.
Amor é a considera-a-ação das vontades.
Amor, a meta-condução.
Amor, intensa-ação.
Na gestão da informação, Amor à sustentabilidade,
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Amor tecelão
quinta-feira, 25 de julho de 2013
O Amor doa
- imagina que és um copo cheio de água
e que te curvas ao Sol;
neste movimento, és catarata,
te derramas a preencher teu mundo com o conhecimento que recebestes de todo universo
- E ENTÃO ESTÁS LIVRE NOVAMENTE PARA RECEBER MAIS.
Na Lei que tudo rege,
segunda-feira, 8 de abril de 2013
O Amor que vê o melhor do Ser
Havia um espaço, cujo centro estava em toda parte e cuja periferia se encontrava em lugar algum.
Havia um conhecimento, onde o discernimento contemplava e a razão não julgava.
Havia um Ser, para o qual o importante não era ter, mas estar na plenitude da tua presença.
No passado do verbo haver, onde se vê o presente de um futuro que merecemos, sabedoria que nos torna o melhor que podemos Ser,
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Cuidado - o poderoso desejo do Amor
Cuidar, eis o poder do Amor, eis a necessidade do espaço, eis a imposição do tempo e a verdade do conhecimento.
No desejo do Ser,
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Amor - infinito, eterno e consentido
Nossa vida é um espaço, intervalo entre o antes e depois do que chamamos eu, vazio a ser qualificado aqui e agora, sem tempo a perder.
O nosso tempo é uma fração de eternidade que tomamos emprestado do infinito, Tempo para empreender o crescimento qualitativo de um universo singular convergido em cosmos, debitários do chaos que somos.
No conhecimento aplicado do chaosmos, destino consentido,
quarta-feira, 21 de março de 2012
Amor, métrica da abertura do Ser
Abertura
ternura
acolhimento
do momento
fruição
fluindo
indo
além
pelo bem
por todo tempo
por todo espaço
através do conhecimento
por Amor
sem algo
sem alguém
por rima
fazendo poesia
criando uni
frentes e versos
Na métrica do Amor que dita abertura,
sábado, 24 de dezembro de 2011
AMOR informAÇÃO
No metadado que gere toda rede de informação e conduz à sustentabilidade,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
À Luz do Amor

Amor é dar forma solidária à Luz. #cesorjlightdesign
Ou melhor e quanticamente falando: é dar forma solidária à energia, criando (uma rede de) pura Luz.
É conceder tempo-espaço e o conhecimento da direção necessários para esta se manifestar naturalmente a partir de nossos corações.
Na manifestação de sabedoria pura no surgir de cada fenômeno,
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Amor, alegria no espaço-tempo
Conhecer-se para alegrar-se, alegrar-se por conhecer-se.
No conhecimento do infinito que habita cada um de nós,
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
Amor por toda uma nova vida
Podemos potencializar nossa vivência tridimensional do tempo, espaço e conhecimento através da dimensão infinita do Amor eterno.
Na eterna sustentabilidade do auto-conhecimento que se doa com prazer ao infinito,
domingo, 28 de novembro de 2010
Amor próprio Amor
Amor é verbo, sujeito e objeto, mas nunca sentença, pois não julga, antes redime, sustenta e glorifica; dá sentido e situa o conhecimento do e no tempo e espaço, ampliando nossos horizontes, cosmificando nossa dimensões.
Nas dez direções do Todo Amor,
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
A balança do Amor
É a sabedoria que observa se nos revoltamos ou se dialogamos tranqüilamente com as contradições da vida.
É a força que bate no peito e afirma a cada pulsar que vamos conseguir; que não há absurdo que não possa ser compreendido, paradoxo que não possa ser harmonizado, sentido que não possa ser convergido.
É a capacidade de olhar para frente e seguir adiante, desapegado do passado e sem retrovisor para embaçar o panorama da vida que se faz presente no horizonte através da janela da alma e não através de qualquer espelho.
O passado dita o futuro, o futuro determina o presente e o presente se faz no passado que torna a se auto-determinar no ciclo.
Não há absurdo, não há paradoxo, não há linearidade; temos apenas ciclos infindáveis que devemos conduzir, através do eixo da consciência, à uma espiral evolutiva no divino plano do espaço-tempo.
Na balança que equiLIBRA, acerta a justa medida, desperta a consciência e garante a sustentabilidade de nossas ações,
terça-feira, 9 de novembro de 2010
O instante atemporal do Amor
Na convergência do espaço-tempo através do conhecimento do Amor em nós, por nós e pelo Todo,
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Amor, ação primordial
O Amor é a ação primordial que não principia, necessita ou deseja distinção, antes forja união entendendo tudo como parte de um todo, alinhado e harmonizado no tempo e espaço através do conhecimento.
Na energia não-dual, força e Luz focadas na elevação do Todo através da superação das partes,
domingo, 24 de outubro de 2010
Amor, uma convergência a ser gerida
O novo conhecimento deve ser ordenado para que não se perca e se torne estranho novamente, decaindo em caos - aquela parte desconhecida do Todo que nos causa estranheza e aversão devido ao medo do desconhecido - antes mesmo de ser ordenado e elevado.
Devemos ordenar também nosso caos interior, somente aí, após trabalhado, este conhecimento universal - externo ou interno - pode ser compartilhado para que realimente o fluxo secreto que anima o impulso em prol do desbravamento de novas áreas desconhecidas.
Gerir o Amor é canalizá-lo para que os momentos distintos sejam convergentes e que ocorra evolução sustentável através da complementaridade dos opostos.
Na gestão do destino, aplicação prática do conhecimento sustentável que une e não separa ou diferencia,
Amor, um ato de conhecimento
Mas ficamos reféns da vontade de sermos especiais, não nos tornamos o que somos - especiais - por medo de fracassar e nos perder daquilo pouco que aprendemos de início a conhecer e amar, esse pequeno ego que nos serviu de sustentação inicial tal qual as rodinhas quando aprendemos a andar de bicicleta.
Mas para expandirmos nossas trilhas e alcançarmos metas mais elevadas é necessário desapegar de tais rodinhas e da segurança inicial, vencendo a insegurança e conquistando assim uma grande segurança, uma nova ordem através da compreensão de uma nova dimensão, um Eu superior.
Para isto se realizar precisamos de princípios ordenadores, a Ágape que possa cultivar, conduzir, orientar e focar corretamente o impulso e a Luz inicialmente adquirida, pois é necessário despertar nossa própria Luz, porquanto a Luz a nós conferida em nosso nascimento era uma dádiva, um empréstimo enquanto não renasciamos em nós mesmos com a realização da clareza interior.
Isto nos levará ao caminho da expansão interior (e conseqüente conquista exterior), encontrando-nos com nosso pleno potencial, ainda velado ao pequeno ponto inicial que, tal qual uma semente, precisa vencer-se e aos obstáculos para dar frutos e, somente então, poder compartilhar plena e indiferenciadamente, realizando-se a philia, pois reconhecer-se-à a unidade do Todo através das óbvias diferenças da multiplicidade, conquistando-se uma sabedoria que reconhece o multidimensional como parte integrante, convergente e estruturante do Todo, tripartido em corpo-fala-mente.
A importância de se zelar pelo planeta Terra é que o planeta é o coletivo impessoal no qual podemos compartilhar nossas diferentes individualidades sem por um lado anularmos as diferenças e, por outro, fazer com que se choquem.
Afinal, o tu é um outro eu, mas há necessidade de espaço para se forjar-se um verdadeiro nós forte através do respeito das diferenças que precisam ser contempladas e harmonizadas.
Quando focamos nossas individualidades para elevarmos o coletivo exercemos e elevamos nossas individualidades, respeitando-as, conferimos sustentabilidade ao indivíduo, o que só é possível se compreendermos que o altruísmo é a única forma viável para a existência do egoismo, pois não há rede sem pontos, mas não há pontos sem rede, uma vez que o valor de cada ponto se estabelece na relação entre os pontos e com o coletivo.
Portanto, zelar pelo planeta Terra é zelar por si, uma vez que é graças ao superorganismo Gaia que nosso organismo encontra o poder de se realizar nas relações – pois nossa vida principia na relação: dos elementos químicos e físicos e das energias amorosas de Eros, Ágape e Philia.
Devemos deixar a ignorância auto-centrada e nos confirmarmos como parte desta grande rede que transcende inclusive nosso planeta, eis o Amor fati.
Fazemos parte de um grande sistema: somos parte de um grande UNIverso e um verso único de um grande poema que é a vida.
Na conjugação do viver, rimando com outros o meu Ser,
Não há contrário parelho ao Amor
O ódio, por exemplo, advém da ignorância, é uma consequência de algo, não um princípio ordenador, único e independente como o Amor – que em seus desdobramentos até ganha nuances e contornos dependentes, multifacetas e, por vezes, leva à confusão (se refém de um mesmo estágio, estagnado, pois é vital ao Amor sua fluidez).
Poder-se-ia afirmar se tratar a ignorância do contrário do Amor, mas não que seja parelho, porquanto este tem em si não apenas o conhecimento, mas também o desconhecimento e a imperativa vontade de fazer do caótico desconhecido um cosmológico conhecido e, nesta jornada conceber a harmonia e o belo através da ordem que se impõe ao se trazer algo do campo do desconhecido à luz do conhecimento.
Já a ignorância não contém em si nada além do desconhecimento e da barreira concebida pelo ato de ignorar (nota: barreira que também pode ser concebida pelo uso errado do conhecimento) – conhece e concebe apenas algo veladamente: a de que ignora – reside nesta centelha única de entendimento claro a chance de se desdobrar em busca de seu esclarecimento: fio único de Amor ao qual os filósofos se prendem para ascender cada vez mais na senda da sabedoria, afastando-se cada vez mais da escuridão da ignorância, identificando-se cada vez menos com a unidade e forjando-se cada vez mais uno com o Todo.
Todavia não é a ignorância o contrário do Amor não apenas por tudo retrocitado, mas por não poder contar com a existência aplicada da vontade de poder do indivíduo de, primeiro, reconhecer seu estado ignorante e, consequentemente, empenhar-se no exercício da clareza e aquisição de conhecimento, princípios sumos da vivificação da sabedoria – realização do Amor, união não-dual, primordial e eterna, entre amante e amado que já não são mais um, nem dois e no três - Amante-Amado e Amor exercido - se confirmam e à sustentabilidade da unidade.
Consequentemente, afirmamos que se há oposto ao Amor este deve ser composto: parte da falta de vontade de poder de esclarecimento que confirma e mantém a ignorância que, em ciclo dual, reforça a falta de vontade de poder ou a faz perder seu foco, conduzindo-a à indolência, uma das máscaras do egoísmo, que atua com extratos de agressividade, incompatibilidade e faltas diversas, como de harmonia, de comprometimento e de resultados sustentáveis – pois deixa-se de dar importância à interação com o Todo e pensa-se ser possível atuar-se por si e por conta própria, ignorando-se a grande rede da qual se faz parte e a lei da causa e efeito.
Como veremos na citação a seguir, podemos concluir que o egoismo é o desvio do conhecimento, sua perda de foco, em suma, falta de Amor, pois apesar de focar na unidade, se apequena na unidade que conhece, sem expandir seu conhecimento para contemplar a grandeza da unidade do qual fazemos primordialmente parte.
O Amor é esta revelação, é a retirada dos véus da ignorância na ascese de nosso conhecimento ordenado ao crescimento sustentável que busca nosso religare com nossa sabedoria primordial e intrínseca.
Esta busca pode ser tanto realizada de maneira instantânea – ao se contemplar a natureza una –, quanto conquistada ao se compreender e dar coerência às manifestações multifacetadas da mesma natureza una, em específico ao se alinhar, harmonizar e dar coerência aos três níveis básicos de existência (Eros, ágape, philia; mineral, vegetal, animal; passado, presente, futuro; próton, elétron, neutron; etc) – a permanência da natureza é a impermanência.
Compreender a razão de Ser do Amor é compreender a complementaridade dos opostos e forjar uma nova ordem para o progresso em harmonia.
O Amor é “algo absolutamente unitário, que não pode se compor a partir de elementos preexistentes”, como diria Georg Simmel em seus Fragmentos sobre o Amor, onde continua: “O Amor é uma categoria primordial, não tendo nenhum outro fundamento além de si mesmo... determina seu objeto na totalidade de seu ser último, o nada como tal na ausência de toda existência prévia”.
A partir desta leitura pode-se correlacionar o mito grego de Eros dando ordem e harmonia ao caos fazendo de um elemento sem compreensão e que nada representa – a não ser ausências e compreensão e efeitos desta, como medo, insegurança, incerteza, incompreensão –, pois é vazio em si contendo um sem fim de possibilidades, algo próximo e belo através de uma interpretação possível, sendo a mais próxima a própria, donde se conclui que o Amor é um ato de conhecimento em si e aplicado – e se de outra forma fosse, não o seria, pois “saber e não fazer ainda não é saber”, como diria Lao Tsé: há de se aplicar o Amor (o conhecimento) para que seja de fato Amor (sabedoria).
Por fim, vale reforçar que o Amor, de natureza una, tem princípio trino: é ao mesmo tempo impulso (Eros), ordenação (Ágape) e compartilhamento (philia); aplicados ao mesmo espaço, geram os ciclos de desenvolvimento (Amor fati); na alternância entre o uno e a tríade passa-se pela dualidade, caos da oposição insensata dos fatores aparentemente antagônicos, mas complementares.
Reside na ignorância da complementaridade o atraso e a estagnação, pois não potência positiva (impulso) sem controle (ordenação), tanto quanto não há nascimento sem morte, masculino sem feminino, luz sem sombra.
Sobre este último, vale ressaltar que é a sombra que evidencia para a Luz onde há obstáculos para a sua plenitude, pois, caso não os houvesse, não haveria algo a partir do qual se projetaria a sombra – no caso do humano, é o ego o obstáculo que a sombra desmascara e ponto a ser transmutado para a expansão do nosso Ser.
E o Amor, energia primordial, é a hábil condutora da força da sombra aliada à clara ordenação da Luz para forjar a unidade em constante expansão cíclica.
No caos que não limita e no verbo que cria liga, faz sentido e não diferencia, sustenta,