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sábado, 31 de dezembro de 2011

Amor chronos vincit - quatro mensagens para quatro estações

O Amor vence o tempo, mas manda mensagem amorosa para fazer as pazes entre o tempo, o senhor dos espaços e da emoção, e a razão para que todos tomem conhecimento da nova união que resulta em sabedoria harmoniosa dos seres conectados em rede.

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Algum dia tudo acaba - até lá, que seja eterno o viver no Todo que nunca perece.

Eternidade não se mede com o tempo, mas pela intensidade, esta sim, que pode beirar o infinito e se fazer espaço ao seu tempo particular.



Que Terra é firme? Que porto é seguro? Que fluxo há senão o da maré da vida que leva e traz tudo de bom e de mau que julgamos assim... eternos, quando de eterno só há o ciclo da mesma maré, o fluxo do mesmo rio, as ondas do mesmo oceano - só há sofrimento se nos rebelarmos contra esta verdade. Entregando-nos a ela, ela se volta para nós e nos conduz ao êxtase em vida.

Amor, o fluxo, o reconhecimento do fluxo e o fluir em si.

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Que minhas palavras sejam puro combustível para minha ação e que minha ação seja o espelho de minha mente e que minha mente seja um só com o mundo



Alinhe corpo-fala-mente e torne tuas palavras chamas de sabedoria a aquecer e ativar a ação de todos com quem entras em contato.

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Crescemos através de nossas fissuras. Na crise, crie-se!



Cuidado - dê somente o melhor de si para se adubar.

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Intuição = Razão + Emoção



Amor, Fogo líquido que percorre nossas veias, néctar de sabedoria que banha nosso Ser.

No oceano de sofrimento ou de prazer, dependendo da inclinação de seu Ser,

Quando o Amor dá na telha - aprendizados com Amor

Para ter resultados superiores você deve cultivar bem sua base.

Para dar frutos no topo, você deve nutrir bem suas raízes.

Para chegar ao céu, você deve passar pelo inferno.

Para realizar o nirvana você deve compreender o samsara.

Enfim, aprendizados para o fato de que se você for cortar telhas para fazer um telhado, melhor estar de sapato... e logo o pé direito: como vou entrar em 2012 assim?

Se não dá pra ser de pé direito, que seja de cabeça!

No mergulho da mente-coração em cada situação, sem julgar se boa ou ruim,

sábado, 11 de junho de 2011

O caminho do Amor - da resiliência à superação

A moral coletiva é hipócrita e a ética individual é covarde - é na resiliência do Amor que reside a coragem do caminho.

Acomodam-se em relações de poder viciadas - governamental, corporativo e, principalmente, pessoal.

Sustentam-se com sorrisos superficiais, enquanto buscam diversão nos prazeres ocultos - proibidos não por sua natureza, mas justamente por serem válvula de escape da potência de vida que se manifesta em nosso desejo.

Quando não atendido o desejo desnorteia; quando o medo de falhar não é superado e o desejo saciado de maneira qualquer e não com o que há de melhor em nosso destino, sem fim de possibilidades que atualizamos com nossas interações.

Projeta-se muito, espera-se tanto, ama-se tão pouco de verdade - que principia na coerência.

A felicidade não é uma questão de tempo, é uma atitude que confere determinada qualidade ao espaço de seu Ser.

É hora de abdicar da felicidade superficial, sair de sua cômoda zona de conforto, romper com os grilhões da ilusão, com as amarras do consumismo das paixões singulares e se entregar à paixão universal que é viver em comunhão com seu Amor fati -resplandecendo o Ser de felicidade genuína que somos, unos com o Todo no Ser em Rede, ao invés de nos contentarmos com migalhas de singulares ilusões, reflexos deste Todo multifacetado, que nos aprisionam sem ter acesso à fonte que tudo perpassa.

Conquistar um desejo para ser soberano de todos; viver mil desejos e não se satisfazer com nenhum.

Viver a Verdade face-a-face, sem máscaras, sem atenuantes, sem fugas, mas tomando refúgio em seu coração.

Amar o destino que construímos a cada decisão e relação, amar o Ser que somos a cada ato.

É preciso Ser forte para ser feliz.

Na superação do dualismo, coragem do Ser no Amor,

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Ensinamentos do Amor: uma lição, dois caminhos

Só há um Deus, o Amor, um Todo multifacetado, ao qual nada é parelho e tudo converge, sendo tudo ferramenta de sua ação, Força cuja Luz nos guia em nossa ascese pela via do sorriso e pela via da dor, pois há ensinamentos que apenas a dor traz, porquanto gostariamos de trafegar apenas pelos cantos dos sorrisos.

Mas de nossos lábios não saem apenas palavras belas e enfrentamos no vale da sombra da morte o eco de nós mesmos: a distorção da projeção da pequenês de nosso ser quando não nutrido pelo Amor universal que nos perpassa e engrandece quando estamos abertos para genuina e equanimemente trocarmos com tudo, com todos e com o Todo, sem exceção. E muito menos sem rejeição.

O grande aprendizado da vida se encontra em compreendermos que tudo é ensinamento, que devemos colher aprendizado para evoluirmos enquanto seres de LA - Luz e Amor -, porquanto estamos aqui para cumprirmos provas e espiações. Relutar apenas nos atrasa no processo.

Nosso corpo é o quadro onde nossa alma evolui e aprende interagindo, em um cenário onde não pode haver apego, pois a impermanência é quem cobra os resultados deste aprendizado: aprender a fluir com o Todo, quer seja no sorriso, quer seja na dor.
Os obstáculos fazem parte do caminho, são o caminho e nos reforçam em nosso foco e objetivo se assim o desejarmos. Ou podem nos fazer voltar ao início.

Como na escola, quem não aprende por bem ou por mal, repete. E assim ficamos presos ao Samsara para repetir experiências até aprendermos como Seres a lidar com as mesmas de maneira sustentável, íntegra e magnânima, libertando-nos de nós mesmos.

O desespero apenas ocorre na ausência do Amor e falta de fé no aprendizado.

Contemplar os limites de nosso corpo nos eleva à eternidade de nosso Ser na infinitude de nosso caminho.

Na Força que aniquila todo o desespero, Luz que dissipa toda escuridão, tantra do aprendizado, razão de viver,

sábado, 6 de novembro de 2010

O veículo do Amor: do samsara ao nirvana e além

Satisfazer mil desejos ou conquistar apenas um? Eis a pergunta-chave do filme (e do) Samsara.

O mais complexo é quando o desejo é o de satisfazer mil desejos, pois se cai na tautologia do samsara, daí a importância da natureza do objeto a ser desejado.

O desejo de iluminação e da conquista do desejo é o único caminho para se cortar as amarras, alcançar o nirvana e ser livre e íntegro, pois todos os demais desejos de alguma forma corrompem. E nunca se satisfazem, pois não se tornarão, apenas inflarão ainda mais a falta, redobrando o desejo.

Inclusive o desejo de iluminação precisa de desapego, pois senão não há iluminação devido ao apego - o desejo deve ser o impulso inicial, mas deve-se buscar chegar à outra margem e para tal, precisa-se abandonar o veículo que nos conduziu até lá... ou aqui, tanto faz, são múltiplos os espaços, apenas um o tempo: o de confirmar a transcendência na imanência, eis a essência - como confirma o Sutra do Coração.

Eis a importância da natureza do objeto a ser desejado ser (reconhecida como) vazia – apenas a compreensão da vacuidade liberta e nos integra ao permanente fluxo da impermanência.

No Amor que não é troco, nem pagamento - não tinge, transforma -; é combustível para se chegar a outra margem do Rio da Vida, o Styx, cruzando o Aqueronte,

domingo, 16 de maio de 2010

Amor é manifestação da plenitude

Samsara é perambulação; a busca do ego por algo, pela saciedade, pela completude - é buscar a chama e a luz fora de si.

Nirvana é apagar a luz da vela e encontrar sua luz na escuridão de seu Ser, iluminando-se e servindo de farol para o benefício de todos os seres.

Na plena realização do Ser no Aqui e Agora,

sábado, 25 de julho de 2009

A nau do Amor

Em conversa com o grande astrólogo Zé Maria, soube deste que necessitaria trabalhar e dar maior valor à minha Vênus natal, integrando-a, pois esta se encontra isolada nos porões de meu barco - formação gráfica presente em meu mapa astral.

Logo me veio a imagem de tirá-la do porão e colocá-la à frente, na proa, como homenagem e proteção. Sem dúvida será a nau do Amor que me fará ir à lugares nunca antes navegados através de mar calmo e brisa renovadora que impulsiona sem rasgar os tecidos das velas içadas em busca do vento da prosperidade.

Enquanto escrevo, vem à minha mente a imagem da arca de Noé.

Devemos nós também construir nossa embarcação para salvarmo-nos do dilúvio de nossas emoções – próprias e coletivas – para então repovoarmos nosso campo fértil com nossa energia tântrica, posto que salvamos tanto nosso lado yin, quanto nosso lado yang.

Só após nos termos assegurado a salvo das águas profundas de nossas emoções idem é que estamos aptos a convidar @ consorte para fazermos uma viagem de lua de mel, romance, aventura e, lógico, Amor. Senão, é ‘homem ao mar!’ e razão à mercê.

Não à toa o budismo chama o mundo fenomênico, o samsara, de ‘oceano de sofrimento’ – para vencê-lo, devemos ser hábeis capitães de nós mesmos, termos uma boa nau feita de ossos, carne e tecidos impulsionados por pensamentos, sentimentos e sensações e nos guiarmos consciente e intuitivamente pelas estrelas para descobrirmos nosso novo mundo; despertos.

Nas vagas do Amor,

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Amor enamorado

O Amor dos Namorados - ou enamorado - pode-se dizer do em seu auge: é o desabrochar da flor, o amadurecimento do fruto, a expectativa eufórica e já deleitada dos instantes da chegada do trem à plataforma.

O impulso erótico é o de ir ao encontro do outro, explorando-o, conhecendo-o, saciando-o e assim também a si próprio.

Esse (re)conhecimento eleva o nível do Amor do impulso sexual à percepção do outro como Ser, ao deleitar-se com as descobertas dos detalhes que fazem o outro tão outro e ao mesmo tempo tão próximo e igual pela simples existência desse mundo pessoal e intransferível de idiossincrasias e paixões. Por mais que sejam distintas, sua existência é um padrão que equipara a todos - uns mais no controle, outros mais subjugados a si mesmos e, portanto, ao Todo.

Essa vontade de conhecer cada vez mais é o estímulo do Amor, que busca desvelar todo o conhecimento - por ser conhecimento em si -, fundindo tudo no nós que é mais que a soma de dois: é um infinito de possibilidades.

Mas é aí que reside o problema: em dado momento o impulso erótico perde seu vigor inicial - como todo ciclo -, sendo responsabilidade do Amor Ágape - o princípio do conhecimento elevado - ser a mola propulsora e força de manutenção.

Acontece que em paralelo as pessoas também se acomodam e deixam de se renovar, passando a ser previsíveis e a representar um eterno devir. Isto estagna a força ágape de estimular a força erótica a reviver - ou até de continuar, deixando de guiá-la; quando o timing é perfeito nenhuma força cessa. Com renovação e constante evolução pessoal a troca mantém-se rica, boa e proveitosa não apenas nas conversas, mas excitante também na ação.

Caso não ocorra renovação cai-se facilmente no monótono desequilíbrio com predomínio da força philia, que torna o casal mais próximo à relação fraterna, com cara de irmãos - quando não inimigos, motivados pela frustração do potencial simbiótico -, com fogo brando, baixo e sem vida, muito diferente daquela áurea de amor eterno até que a morte os tente separar.

Quando a energia é forte, pura e está em harmonia flúida no triângulo Eros-Ágape-Philia não há força que consiga destruir pirâmide de poder e é o momento de transcendência e a superação do estado dual do nascimento e da morte: isso é a vida; como casal e como indivíduo, principiando neste para dar forma àquele.

Entende-se então que deve-se cultivar o amor erótico em equilíbrio com a parceria oriunda da força do amor philia, harmonizados pela força ágape - sendo cada qual o melhor amigo e confidente do outro no casal, bem como na vida.

Fundindo o impulso e desejo de estar junto com o outro da força erótica e a vontade que o conhecimento traz e alimenta, revivendo o impulso inicial no positivo devir. Esta última, a força Ágape, entendo como a chave do enigma para a longevidade de uma relação (ou indivíduo na relação consigo mesmo): fazer do outro (ou de si) um mundo em constante exploração, sempre aberto às eternas descobertas, pois esta é a característica do Amor - é conhecimento, abertura e vontade de conhecer mais e mais; é auto-sustentável, auto-alimentável, quanto mais se dá e incentiva, mais se tem.

Ao se fechar o ciclo - através do foco em si (através da meditação, por exemplo) e no outro (constante descoberta d@ parceir@) - cria-se a roda do Amor e da proteção - sustentados pela força da pirâmide dos arquétipos do amor grego, complementares por natureza - e com sua força vencem e superam a roda da vida (samsara) e protege o indivíduo e o casal de todo mal - é o amor que forja as melhores alianças.

Renovem-se no Amor e sejam felizes para sempre.

Na aliança do Amor,

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Amor à harmonia

No shopping, a mulher do casal subia a escada rolante com o timbre de voz ao celular tão grave quanto a expressão de sua face e o tom mais alto que seu salto.

À distância se sentia a gravidade. De perto entendi com clareza a motivação e o tema: "ter ou não refrigerantes na festinha", provavelmente das crianças, presumo.

Isto evidencia o quanto somos nós que atribuimos o peso e o valor às coisas. E o quanto o mundo clama por harmonia e soluções pacíficas.

Afinal, festinha é para dar prazer. E ser feita e curtida com Amor.

Antes de julgar esta moça, presa como todos nós aos conceitos do samsara, reflita quantas vezes já não fizeste algo parecido. Quantas vezes já não deixamos a razão de lado, cegos pelas emoções, em desalinho com o Amor e entregues à desarmonia.

Então, quando for reagir de maneira não harmoniosa a algo, lembre-se que aquilo é o refrigerante da festinha. E que tudo será melhor se for feito com harmonia e amor.

Aja, não reaja. Esta é a força do Amor, soberana em qualquer situação, definitivamente solucionadora.

Basta se abrir e ser um canal desta harmoniosa energia transformadora que sabiamente harmoniza o que pode e o que não pode, o que está e o que não está em nosso alcance.

Começa com sua pacificação e toma conta de tudo o que está ao seu redor.

Na festinha do Amor,

sábado, 21 de março de 2009

Amor é o ciclo que erige a pirâmide de conhecimento divino que é o nosso Ser

Aquilo que você intui que está lá, você alcança com a fé, apreende com a razão, registra com a sensação e relembra com o sentimento. Este ciclo de conhecimento é o verdadeiro Amor.

Onde - baseado na mandala budista e na junguiana - a intuição fica a direita, a sensação a esquerda, o pensamento-razão acima e o sentimento abaixo, com a fé ocupando o centro (no lugar do Ego) e o Amor sendo a força que aglutina, distribui e mantém esta roda de conhecimento agregada e a girar rumo à evolução - contra o ciclo do samsara; horário x anti-horário, respectivamente.

No modelo abaixo, retirado do pdf "Jung e a Kundalini", basta substituir o Ego pela Fé e obtém-se o modelo de Amor por mim proposto neste post.
Se ousarmos colocar isto em 3D, podemos erigir uma pirâmide de Amor a partir desta 'planta baixa', sendo o Amor o vetor que eleva a fé e assim os demais pontos-base do conhecimento.

Vale ressaltar que a mandala budista é sempre acessada pelo leste - aqui representado pela intuição, o que faz todo sentido - ao menos para mim. E para você?

No Amor,

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Amor - o caminho do bodisatva

Buda perguntava-se se aquilo que ele estava aprendendo e/ou vivenciando de fato cessava o sofrimento.

Até hoje seus discípulos são incentivados a não confiarem nele e sim neste caminho.

E que caminho é este?

É único, pessoal e intransferível. Ao mesmo tempo em que é uno e o mesmo para todos. Esse paradoxo em si já é motivo para empreender um salutar questionamento em busca de si próprio – este Ser que é ao mesmo tempo tão igual e tão diferente a todos os demais Seres.

O caminho parece ser a via que nos leva à Vida, ao Outro, à nós e assim ao Todo.

Externamente, é nosso caminhar na Terra – e toda evolução que isto compreende, principalmente na educação do pensamento e das emoções –; internamente é o caminho da Kundalini até o despertar supremo, abrindo e potencializando todos os chácras; secretamente é a evolução de nossa Mens (termo latim que designa tanto alma, quanto mente e contempla assim tanto a visão ocidental espírita-cristã, quanto a oriental budista, separadas apenas por conceitos).

Por mais que se caminhe por uma alameda em conjunto, cada um dos andantes terá sua própria alameda, reconhecendo nela a projeção de sua Mens e criando a interdependência a qual chamará de realidade: para um a alameda estará florida, para outro próximo a este cheirosa, outro a verá ensolarada, outro sombria, aquele comentará da terra mal batida e com pedras no caminho, este das estrelas a guiar; desperto é aquele que vislumbra todas as estas realidades sem descartar nenhuma e mesmo sabendo que cada faceta é um véu de ilusão percorre corajosamente o caminho para ao final se unir novamente à vacuidade tendo perpassado os véus sem se apegar a nenhum deles, sem ficar preso.

Aquele que viu apenas uma parte, perdeu a beleza do Todo, mas até aquele que se prendeu ao Todo sofrerá – talvez até mais que aquele que se fixou numa parte – quando a alameda terminar. A menos que reconheça que aquilo que encontrar à sua frente, após a alameda também faz parte do Todo e assim também é alameda: transcende-se assim a noção conceitual e dicotômica de nirvana e samsara, Deus e ausência divina.

É este impulso em busca da completude inerente ao nosso Ser que se chama Amor e que pulsa em nosso interior, pronto para eclodir e se manifestar em cada uma destas facetas, emanando-se no contemplar da equanimidade das flores e de seus cheiros, no amor ao brilho das estrelas e à escuridão que as cerca, na compaixão pelas pedras e suas naturais topadas, no regozijo do aconchego quente do sol e frio da sombra: Amor é o entendimento da forma e da não-forma (como uno).

Quer seja sua meta a vacuidade ou Deus – conceitos da plenitude de nosso Ser –, Amar plenamente é reconhecer que seu objetivo se encontra pronto dentro de seu Ser e em Todos os demais Seres e objetos, é a perfeita natureza das coisas à qual é necessário apenas nos ligarmos e criar a interdependência amorosa que nos tornará unos: Eu-Outro-Todo, pois o Todo é Eu-Outro.

E, para acabar com o sofrimento, basta então vivenciar a plenitude. Para trilhar este caminho vale de início se perguntar se aquilo que fazes lhe traz sofrimento ou felicidade genuína e, portanto, eterna.

Se aproveitares ao máximo, dando e recebendo sem barreiras em uma proveitosa e crescente troca evolutiva, gerando assim uma interdependência positiva, com o entendimento de que tudo é impermanente e ao mesmo tempo cíclico, transmutável e eterno, viverás a plenitude de seu Ser, o Reino de Deus na Terra, o Nirvana terrestre, tornando-se o Homo Amabilis, o Super-Homem nietzschiano que com amorosa coragem sai da caverna plantoniana para conhecer a idéia do Amor e retorna para concretizá-lo em ato e equivaler caverna e mundo exterior em uma só Luz.

Inspirado pelos pensamentos samsáricos a cerca do Botafogo e seu time e provável campanha em 2009: ir ou não ao estádio? Sofrer? Mas por que, se o resultado é o que menos importa e sim apoiar o clube que se ama. Isto é amor incondicional e quando se sente e pratica, samsara e nirvana se fundem e você passa a fazer da vida cotidiana a prática espiritual, cultivando as virtudes necessárias para de fato Amar. E assim transcender à gloriosa eternidade.

Glorioso e Amoroso 2009 para ti.

No Amor,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

A eminente mandala do Amor imanente e transcendental


A verdadeira compreensão do Amor evidencia o transcendente no imanente, a ordem no caos, o nirvana no samsara, o paraíso na terra, passado e futuro no agora.
É tudo uno e a mesma coisa, é nossa mente dualista que os separa. Nosso coração o único capaz de uni-los verdadeiramente.

Amor, a eminente mandala do Ser.

No Amor