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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O Amor é o caminho do vento à eternidade

O amor abre caminhos. Protege ao vento.

Quando tormenta,
Sustenta. Escudo.
Quando calmaria.
Sabedoria. Venta.

Protege o vento, que não gera resistência para ventar, contorna sem hesitar. E varre do mapa se precisar.

O Amor, quando livre e, portanto, responsável por si, se torna o princípio auto-regulador que garante a homeostase da Vontade: onde não dá para amar, a Vontade não deseja ficar, não se deve demorar.

Onde desejar ficar, ficar consciente da excelência de sua vontade, potencializando ao máximo responder em ato a postura que resulta da resposta às perguntas do motivo e da intenção de cada ação.

O Amor, tecelão mestre, é a intuição que emerge do encontro da razão do futuro com a sensação do presente que já é dado passado ao sistema que fabrica através do tempo o tecido da eternidade - o homem e seus fios de compaixão, poder e sabedoria.

A eternidade é a narrativa absoluta em constante atual+iz+ação. Que história confirmamos com nossa atual ação?

No livro, na caneta e na mão que une forma e conteúdo sempre da melhor maneira possível,

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

O corpo do Amor

O corpo pode ser um obstáculo ou um aliado, dependendo da perspectiva de abordagem, mas definitivamente é p(otencial)arte da jornada - tela na qual obramos nosso Ser, matéria-prima primordial na qual nos esculpimos.

Notar o corpo é um passo importante na dança da evolução.

No diálogo compassivo,

quinta-feira, 25 de julho de 2013

Amor fluído

Minhas asas se ancoram na plena fluidez de meu Ser.

Na âncora da compaixão, asas do Amor,

segunda-feira, 18 de março de 2013

O Amor ajuda

Tragédias a cada instante, lamento por toda parte.

O oceano de sofrimento se sente nas ondas de dor que nos chegam de tempos em tempos.

Respira? Então viva. Vive? Então ajuda.

Ouve o teu chamado interno e descobrirás a quem, como, quando - porque o motivo sabemos: somos co-criadores da realidade que vivemos; torná-la-emos o melhor dos mundos possíveis.

Faz mesmo que pouco sempre o correto dentro de teus valores e questiona-os de tempo em tempo, diligentemente a cada passo.

Na ajuda interna que fortifica o socorro externo,

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

A cura do Amor

Me desculpe. Eu sinto muito. Eu te amo. Obrigado.

Sistema havaiano - simples e eficaz.

Muitas vezes nossas dores não são causadas pelo momento apenas, mas disparadas por este, trazendo à tona inscrições pregressas de tempos passados, de um passado próximo, distante ou até imemoriável.

Com carinho, paciência e compaixão devemos abraçar a nós mesmos e ao outro para realizar a cura do Ser pela compreensão.

A vida é tão curta quanto preciosa para não cultivarmos o sublime em nós, aquilo que nos torna mais humanos, a capacidade de amar e através do Amor superar toda dor, no eterno aprendizado que é viver e se relacionar.

No aprendizado de nós dois,


sábado, 24 de dezembro de 2011

Amor à toda paisagem humana

Amor às depressões, aos vales das sombras e picos de pura Luz - Amor à toda paisagem humana,

Em momentos de depressão - mesmo os constantes que definem um quadro depressivo; isto também vale para ansiedade e síndrome do pânico - a primeira coisa que se precisa fazer é cultivar sua paz interior, gerando e cultivando um espaço interno através da respiração.

É aceitar-se na dor e no prazer de se ser o que se é e buscar cultivar isto com excelência.

Não rejeitar esta fase no vale da sombra (do Eu), muito mais agradecer a ela, pedindo-lhe que lhe mostre o que tanto lhe magoa, o que tanto queres mudar: fazer do sofrimento seu guia para assim alcançar a verdadeira felicidade.

Só a dor pode mostrar o que precisa ser mudado/transformado.

Só o Amor pode realizar essa transformação - com Luz/clareza para discernir o que pode e o que não pode ser mudado, Força para realizar o que for necessário e compaixão para acolher todo o resultado equanimemente: amar seu destino.

Amar o que se é agora. E se perguntar como se quer ser no instante seguinte. Amá-lo também, atraindo assim para si na pulsação do coração.

Reflita.
Por que sentes isto?

Que atos o tem feito se sentir se boicotando?
Mude-os.

Que resultados o tem desagradado?
Analise suas causas.
Mude-as.

Que pensamentos o tem preocupado?
Mude a perspectiva.
Canalize-os para a transmutação.

Psicólogos, gurus, psiquiatras, terapeutas? Sim, eles lhe levarão ao mesmo lugar que precisas encontrar por si mesmo. Eles poderão ajudar, mas é somente você quem terá que ter a coragem de procurar, encontrar e entrar para poder sair mais completo.

Cada vez se é mais afoito. Precisa-se aprender a controlar suas emoções..

Aguardar as informações do mundo exterior chegarem, estarem disponíveis, colher mais informações, amadurecê-las dentro de si para tomar decisão mais sábias e sustentáveiss ao invés de ansiosas e apressadas.

Respire.
E pare de se julgar.

Seja feliz aqui e agora, pois não adianta correr atrás de nada, porque à sua frente espreita a morte - cultive o único espaço-tempo onde há vida; o Aqui e Agora.

Na seqüência de instantes que marcam a eternidade de nossas memórias,

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Amor, caminho da mente-coração

Como diria Goethe, "o talento educa-se na calma, o caráter no tumulto da vida" e é nesta dança que se forja a ética pessoal no diálogo constante com a moral coletiva, cujo ritmo deve ser a compaixão, seguindo o compasso da sabedoria que emana da mente-coração, moldada de maneira não-dual pelos limites que dão forma ao corpo de sabedoria - o próprio e o coletivo.

Só há caminho para nossa evolução se dermos limites, estabelecendo nossas margens, pois até o coração se contrai para poder se expandir.

No pulsar não-dual entre limite e transgressão, alicerçado pela compaixão e guiado pela sabedoria,

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Amor sustentável

Amor é a força que impulsiona, a sabedoria que conduz e a serena compaixão que sacramenta a extensão do individual e o modo da relação coletiva conferindo sustentabilidade ao fluxo de trocas que gera valor.

Na concepção que fecunda, nutre e gera Luz,

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A paciência, o Amor e a tolerância

Para o Amor frutificar em compaixão e regozijo através da equanimidade, resultando assim nas quatro incomensuráveis qualidades e forças, precisa sempre estar alicerçado pela paciência e pela tolerância.

O Amor acontece através do conhecimento quando se cultiva o tempo através da paciência e o espaço através da tolerância.

Nas quatro incomensuráveis direções do Amor e suas duas margens, o caminho para a ascese fica mais tranquilo e a transmutação pela aceitação mais exequível.

No Zenith e no Nadir que se alternam e dão forma ao Amor,

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Amor, ponto-base para o tripé da sustentabilidade

O Amor-Eros gera uma nova ordem, Amor-Ágape, que leva a realização do Amor-Philia; eis o Amor Fati de nosso Ser, de nossa cultura, sociedade, raça e planeta.

Amor é o meio, do começo ao fim.

Na base da sociedade fraterna, raíz de compaixão, fruto do regozijo, desabrochar do Amor,

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Do Amor à rede: o fecundo poder da limitação na criação

Tal qual a beleza - Afrodite - nasce da castração de Urano (o Céu) por Saturno (Chronos, o Tempo), também nossas criações nascem sob a égide da castração do que é possível realizar: quando não relacionado à recursos, sempre ao prazo de finalização.

O que mais escapa dessa equação é o relacionamento que - eterno enquanto dura - pode transcender até a morte o nascimento, perpassando vidas através de seus portões.

Nas relações o maior limitador não chega a ser o Tempo - a percepção deste é que nos angustia -, mas sim o ego humano e suas idiossincrasias; todavia para se atuar em parceria (duas pessoas) e se estabelecer uma rede (três ou mais pessoas) é preciso incluir não apenas o potencial dos envolvidos, mas principalmente suas limitações e as de seu entorno: antes de frustrar, as limitações servirão de canalizadoras para se conduzir a relação e os projetos rumo ao êxito.

No canal do Amor, margeado equanimemente por compaixão e regozijo,

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Amor 23

Amor é andar pelos vales da existência, encontrar a sua sombra e vivenciar a morte do ego em vida e, mesmo diante disto tudo, refrigerar-se com o regozijo da ascese da alma, guiada pelas veredas da justiça do Amor, que nada deixa faltar, que nada deixa sobrar, é justa e repousa em verdes pastos, irrigada por águas tranquilas.

A vara e o cajado já não causam dor, já não ameaçam, antes consolam e conduzem a um banquete de confraternização com nosso inimigo oculto em nós mesmos e, à Luz de velas, vamos iluminando gradativamente nossa sombra, transbordando os limites de nosso ego, expandindo nosso Ser.

Reunidos-em-nós caminhamos em paz, semeando bondade e compaixão, a cada passo florescendo uma flor-de-lótus, a cada instante e em todo lugar, chamando o mundo de lar.

Na pulsão da vida, Cristo que habita nosso Ser, diamante que ilumina a todos, Budas em essência,a quem nada faltará se tudo e a todos se entregarem,

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Os desvios do Amor

Há tantos caminhos para o Amor, tantas maneiras de amar e caminhar; todas são dignas, todas convergem, todas levam ao Amor.

Mas como diria Goethe: “es irrt der Mensch solang er strebt” – o homem é errante em sua busca, ou ainda, o homem se equivoca em sua busca; as mulheres também.

Ainda mais quando há armadilhas no caminho. E as há, pois somente aqueles que perseveram com a clareza e a força digna do Amor incondicional e universal, compaixão que aquece e eleva a alma, evitam as distrações e enganos das inúmeras bifurcações – a cada encruzilhada a tentação do desejo, a cada esquina um flerte, um gracejo; a cada milha, o ego enche o papo com as migalhas de elogios e macula seu caminho com escatológica crítica.

E agora? Qual das direções tomar, quais tentações negar, qual impulso canalizar, quais erradicar?

Contempla. Observa-te e a teu caminho com carinho e atenção, não te levas pela emoção do desejo empolgação, tampouco por tua romântica criação – ego, teu nome é ilusão; não és salvador, não és mártir, não és carrasco, não necessitas de redenção. És da alma infante: puer faz com o senex de teu Ser as pazes.

Pratica o Amor fati e traz tudo para dentro do caminho; o caminho do Amor, é verdade, é vida.

É a forjadura de nossa ascese.

Se está em seu caminho, é parte de teu destino: não julga, não rejeita, não apega – discerne: lida com tudo de maneira soberana e independente, na consciência da interdependência que é co-autora de nosso caminho.

Intui seu lugar na eternidade e faz-a ser no aqui e agora , presente em beta, realidade em constante construção.

No “Keep going” do caminho do bodisatva, homenagem ao meu Lama Chagdud Tulku Rinpoche, farol de sabedoria e compaixão em noites escuras de incertezas e indecisão,

terça-feira, 29 de junho de 2010

Amor ensinamento

Pela dor ou pelo Amor, todo ensinamento virá, todo aprendizado da alma acontecerá.

Cabe a cada um buscar aprender como pode, na certeza de que se um fato for evitado por um lado, o mesmo aprendizado atrelado ao fato evitado acontecerá de outra e qualquer maneira.

Na compaixão que vivifica todo conhecimento,

domingo, 16 de maio de 2010

O ciclo social do Amor

A compaixão abre portas; a equanimidade convida; o regozijo recebe.

O Amor dá e não necessita, tampouco espera, algo de volta.

Na qualidade incomensurável do ciclo amoroso impulsionado pelas 4 forças do Amor, eternidade em movimento,

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Amor, convergência sustentável das diferenças

Enquanto a vida é o tempo que se tem para fazer a diferença, compaixão é o espaço para se realizá-la e Amor o conhecimento para sustentá-la.

No regozijo da equanimidade que emana desta convergência sustentável,

segunda-feira, 10 de maio de 2010

O dharma do Amor - conhecimento que gera uma nova ordem

É preciso remodelar a sociedade, gerar o espaço para se estar mais tempo junto de quem se ama e para quem se é insubstituível - ao invés de se atuar como um dado estatístico de um mercado de almas.

Nossas crianças educadas por babás. Nossos idosos abandonados em asilos ou poltronas. Nossas gargantas apertadas por nós de gravata, agulhas alfinetando quem está no alto do salto, mãos calejadas amaciadas no máximo pelo próprio suor.

E na busca da felicidade permanece-se só, soterrado por pilhas de trabalho, sem energia para mais nada, apenas o mínimo para alimentar a corrida do rato, onde o queijo é uma ilusão barata, pago caro com a juventude de nossas vidas.

Pelo dia de trabalho de 4h. Pelo conhecimento do Amor que gera um novo espaço para um novo tempo. Sem utopias, compaixão.

Para que estejamos vivendo aquilo que nos torna insubstituíveis: o Amor junto aos entes queridos e à natureza.

Menos Estado, mais trabalho, menos desemprego, mais consumo, mais lazer, maior distribuição e circulação das riquezas. Descentralizar para conquistar a felicidade em vida e realizar o Amor em nossos cotidianos.

A tecnologia possibilita uma melhor distribuição - de produtos, serviços e tarefas - e um correto alinhamento das forças de trabalho.

Uma sociedade fraterna baseada no Amor reflete todo o esplendor de seus pontos, rede humana que sustenta um sistema que converge o que há de melhor:

do capitalismo - a liberdade de produção daqueles que fazem melhor o seu ofício, seguindo assim seu dharma -,

do socialismo - a igualdade de oportunidade, da educação à realização de seu pleno potencial, realizando assim o seu dharma -, e

da Anarquia - a fraternidade que igualmente se responsabiliza e mobiliza para, sem coerção, organizar os princípios complementares da igualdade e da liberdade dentro de um sistema individual-coletivo de superação.

Eis o dharma de nossa raça.

Na Era da Consciência, verdadeira sociedade 2.0, que se inicia pelo uso amoroso e compassivo da informação e da tecnologia, à serviço da humanidade e da natureza e não do ego e da ganância,

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Amor, inteligência coletiva

Amor é tornar o difícil fácil através da sabedoria que emerge do entendimento compassivo e resulta no amoroso aprendizado que expande a inteligência, a reta razão do Ser, que sai de seu ponto inicial e soma novos pontos de conhecimento a si, forjando-se cada vez mais independente e interdependente.

No complexus da rede que é o simples viver,

O Cosmos é Amor em nós

Ciúme? Ódio? Medo? Rancor? Inveja? Raiva? Nuvens negras que só fazem a pessoa brilhar menos. E se apequenar mais.

Respira, expande teu potencial, venta a negatividade para fora do centro do teu Ser e faça teu coração irradiar Amor.

Eterniza-te com a humana brisa da compaixão. E regozija com o divino sentimento de equanimidade.

Sê uno com o outro, sistemas solares em harmonia, galáxia de nós dois totalizando o Universo de possibilidades sem fim.

Na mandala do Ser em Rede, ponto de Luz em torno do qual tudo orbita, Amor que é cosmos encarnado,

domingo, 4 de abril de 2010

Amor antidoto

O Amor é antidoto aos equivocos e desentendimentos, é a dose de abertura necessária aplicada com bondade que nos (e)leva a compr os elementos dentro de um plano superior, além das noções dualistas que freiam nossa evolução.

É a coragem de se desprender de ambas as margens, do gostar e do não-gostar, do apego e da aversão, do eu e do outro e assim, compassivamente, fluir no rio da vida que a todos transmuta, evolui e conduz a desaguar no Todo.

É a salvação da gota em pleno oceano, é a força do ciclo das águas - rio, mar, chuva -, emoção em devir orquestrada pela Luz da razão: tornar-se pleno e liberto para auxiliar à todos, quer longe ou perto.

No fluir bodisatva que habita em nós,