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domingo, 11 de julho de 2010

Amor, flor do Ser

O corpo é a terra fértil, o vaso no qual cultivamos nossa flor que desabrocha em nossos corações.

A alma é o aroma agradável que nos concede esse cheiro de eternidade.

Amar é selecionar a semente a ser cultivada, é a rega, o adubo, a poda, a erradicação das ervas daninhas e parasitas e o regozijo com a forma, o aroma, a textura e a Luz, beleza da flor de nosso Ser, que desabrocha em e por Amor.

No adubo de nossos corações,

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Amor ideal

Identifico o Amor com a concepção platônica do mundo das idéias, que abarca tanto o movimento de Heráclito, quanto a eternidade imutável de Parmênides (se é que posso expressar assim).

O Amor compreende tanto a essência em sua desenvoltura e desdobramento, quanto em seu estado latente.

No exemplo da árvore, em cuja semente já está contida todo o seu potencial até seu perecer, é ideal para demonstrar como tanto a eternidade imutável de sua essência árvore, quanto o movimento de seu crescimento constituem a idéia que se faz sobre a árvore em si e que abarca todo o espaço e tempo compreendido por sua existência, desde a semente até o seu tombamento e transformação em adubo, papel, mobília, enfim, celulose.

Assim é o Amor: pleno potencial a abarcar um infinito inimaginável de possibilidades e alcançável apenas pela mais pura fé e devoção.

Ao se enxergar algo - o Outro, uma situação, a natureza -, olhemos sempre para o seu lado semente e seu potencial copa florida e reguemos com nosso amor a expansão em busca do pleno potencial.

Amar é ter esta disposição interior de ser o jardineiro de tudo e de todos; é brilhar como o sol, regar como a chuva, adubar sempre e podar carinhosamente quando necessário.

No amor,