sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Amor, fluxo do nascer e morrer, continuum da vida

A morte não deveria ser uma preocupação, pois é um fato inalterável e aquilo que não se pode mudar não deve nos preocupar, mas deve servir de parâmetro para aquilo que nós podemos alterar que é o viver, determinante de como iremos morrer.

Pré-ocupa-se com a morte e deixa-se de ocupar com a vida.

Por vezes paralisa-se e estagna-se perante a impermanência e a morte e deixa-se de fluir com a vida, movimento de alternância em essência. Parado, é-se ultrapassado, morrendo-se em vida.

Eis a necessidade vital do Ser: devir para confirmar o seu Ser, Rede em continuum, um múltiplo de um só pertencente ao Todo.

No ciclo da vida, nascimento, morte e ressurreição pelo Amor, conhecimento que flui em nosso Ser e nos torna o que somos,

2 comentários:

Mariana disse...

Talvez a morte seja uma lição para amarmos como Aquele que tem amor Supremo e que não morre.

w.y.s.d.ॐ disse...

Sim, a morte enaltece o imortal, tens toda razão.