quarta-feira, 1 de junho de 2016
Amor, o cultivo da abundância no vazio
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
A dimensão do Amor
Amor é quando o tempo ganha uma dimensão de eternidade manifesta a cada instante.
No Augenblick, olhar dos olhos, instante em alemão,
O Amor e os limites da simples razão
A felicidade virá no exercício do melhor de cada um, da ação virtuosa desse grande coração que sustenta as nossas mentes.
Amor que confirma e expande os simples limites da razão.
Na ponte para a ETERNa felicIDADE,
Amor, princípio da auto-organização
O Amor não morre, renova-se no sorriso que encanta e convida a novos olhares e experiências; o Amor abre a janela da alma e expande o céu estrelado acima, consolidando a enteléquia em mim.
Na Lei Moral,
Amor para ser sustentável
Para ser sustentável
basta amar
ir além do agradável
começar a tudo respeitar
Basta agir moralmente
e dar do coração a sustentação à mente
ter nos princípios a motivação
e canalizar com a virtude toda inclinação
Na máxima de toda ação,
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Amor, impulso integral
O Amor é um impulso integral, tece como ninguém a trama da ação, convergindo a razão do futuro e a sensação que se faz passado como dado ao presente - emoção, a energia que nos move.
A meta era estar em alinho com o princípio. Tendo o princípio como meta, tudo se encaminha a partir da inclusão.
O Amor por princípio, essa é a Lei que se reafirma na máxima de cada ação.
O Amor enquanto impulso integral deve atender de forma sustentável, ou seja, definindo claramente quem se beneficia como, por qual motivo e intenção, tanto a demanda da identidade (um eu que quer) - unidade, quanto da sociedade -multiplicidade (os eus que querem).
O Amor é sabedoria primordial, antecede porque inclui e revela sua melhor versão e quando se deve ir pelo caminho da unidade e quando da multiplicidade.
Na cidadela que é a fortaleza do coração,
O Amor traz tudo à existência
Assim é. Já vê. Já é. Javé!
Quando se deseja algo, intui-se a Vontade. Ancora-se com a visualização do IDEAL e daí parte-se para a REALizAÇÃO: idealizar o ato da ação (atuação).
O impulso integral compreende ideal e ação, meta, dado e metadado.
Naquele que traz à existência tudo que existe,
O Amor é o caminho do vento à eternidade
O amor abre caminhos. Protege ao vento.
Quando tormenta,
Sustenta. Escudo.
Quando calmaria.
Sabedoria. Venta.
Protege o vento, que não gera resistência para ventar, contorna sem hesitar. E varre do mapa se precisar.
O Amor, quando livre e, portanto, responsável por si, se torna o princípio auto-regulador que garante a homeostase da Vontade: onde não dá para amar, a Vontade não deseja ficar, não se deve demorar.
Onde desejar ficar, ficar consciente da excelência de sua vontade, potencializando ao máximo responder em ato a postura que resulta da resposta às perguntas do motivo e da intenção de cada ação.
O Amor, tecelão mestre, é a intuição que emerge do encontro da razão do futuro com a sensação do presente que já é dado passado ao sistema que fabrica através do tempo o tecido da eternidade - o homem e seus fios de compaixão, poder e sabedoria.
A eternidade é a narrativa absoluta em constante atual+iz+ação. Que história confirmamos com nossa atual ação?
No livro, na caneta e na mão que une forma e conteúdo sempre da melhor maneira possível,
quarta-feira, 18 de novembro de 2015
Amor, farol de toda travessia
É no lusco-fusco das passagens, o "in between" das saídas das zonas de conforto, sensações estagnadas que aprisionam, que as diferenças se apresentam, os valores se revelam: não no extremo da Luz (Razão) ou no extremo da Força (sombra - emoções).
O coração sabe o grau de Força e a luz necessários para uma leitura precisa do ideal a ser realizado a cada ato.
Na sabedoria da mente-coração,
Amor, curadoria da vida
O ideal só se encontra na ação - realiza do esboço o conceito e manifesta a ideia no ato, confere dignidade àquilo que só tem preço porque lhe damos o devido valor.
O ideal é aquilo que ascende à ideia, emerge da tensão dos opostos como via da compreensão, pavimenta o caminho da sustentabilidade.
Idealiza no vazio criativo, concebe a via do valor, o digno caminho sustentável, mas encarna o espírito da excelência na ação: dedicar-se de corpo e alma a um ato nos torna dignos de toda felicidade que nos cabe e a qual destinamos nossas intenções.
Quão grande é tua felicidade? A quantos atende?
Pobre aquele cuja felicidade atende só a si. Entende que tu vais além. Tu és o ÚNico VERSO da criação. Aperfeiçoa-te, torna-te arte.
Na curadoria da vida,
Amor, polifonia elemental
Acendamos o fogo de nossos corações, a lareira de nosso Ser para comungar em torno de valores cujas narrativas valem a pena serem contadas e vividas para se tornarem a história de nossas vidas.
Afinal, um grama de diálogo amoroso vale mais do que um quilo de monólogo egóico.
Na narrativa que torna imanente-familiar o transcedental-desejado,
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Amor, sabedoria dignificada
Sabedoria é caminhar com dignidade entre seu conhecimento e sua ignorância.
Dignidade é se motivar por princípios e tê-los fixos como meta na moldura de cada interação entre as margens do eu e do outro, do conhecimento e da ignorância, na edificação progressiva do que é Ser.
Amor é o material, o projeto, a obra, digna execução da sabedoria in+tensionada inter+ação.
No Gesamtkunstwerk do Ser,
Dignidade, Amor e Respeito
Dignidade é o resultado da equação do valor absoluto que se detêm pela humanidade que nos habita e do valor relativo que criamos pelas ações que exercemos. Somos dignos na medida da humanidade de nossas ações.
Todavia, mesmo quem não tem dignidade relativa à suas ações, tem em si ainda uma dignidade inalienável, a humanidade que jaz no coração de cada um e pulsa por consciência a ascender à razão.
Basta dar respeito que o Amor emerge como pura intenção a cultivar a dignidade de nossa ação.
No esclarecimento do caminho da mente-coração,
domingo, 8 de novembro de 2015
Diálogo por Todo Amor
Amor é ouvir além do poderoso grito do desejo a silenciosa voz da vontade.
No diálogo que gera ação de consenso e elevação dos múltiplos eus a um nós integrado ao Todo,
quinta-feira, 5 de novembro de 2015
O Amor não conhece atalhos
O impossível é um caminho que só o Amor pode realizar.
No fio da navalha, entre as margens da ilusão,
Amor, referência maior
A Vontade tem, mesmo que inconscientemente, seus próprios valores referenciais.
Conscientizar-se de sua própria medida é tornar-se Soberano de sua métrica, Senhor de seu ritmo, Artífice de seu compasso.
Na bússola da Razão,
Amor, motivação pura é atenção plena
O que importa se palavras são janelas ou muralhas,
Se dá intenção só chegam migalhas?
O problema não é a motivação pura,
é a atenção plena que, falha, não dura.
Na resposta a um poema, de um espaço inquisidor,
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
In+Tu - o Amor
na prática me esmero;
De dentro emerge a inspiração
a força da Luz da mente-coração
Empodero-me do que queroSou a Vontade que se quer, sou aquilo que busco
Disciplinado e sincero
Comigo não tem lusco-fusco
A verdade que fica é a coragem
a escolha consciente
o Amor vivente
Na senda do Amor, que nos encoraja a viver,
terça-feira, 9 de junho de 2015
O encontro do Amor à vida
A vida é um processo de encontro. Uma sequência não-linear de alternâncias, uma constante superação de lugares, uma dança da física com a química: vejamos a comunicação entre os neurônios, cujos impulsos imanentes saltam nas sinapses e de estímulos elétricos passam a químicos para então novamente voltarem ao estado inicial, mas alterados pelo processo.
Ou ainda a própria vida do humano, que se forja no encontro de um espermatozóide e de um óvulo: onde a alma entra, de onde emerge aquilo que nos move?
Similarmente, pois o que há em cima há como ser embaixo, a relação de vida nos planetas (óvulos) e cometas (espermatozóides).
Dentro e fora são topos relativos a um observador. Torna-te grande e considera teu mundo maior que teu umbigo. Ou morra medíocre. Vida é o ato de super+ação de si mesmo.
Daí que a vida é metafísica e alquimia, em suma, prática do Amor que torna opostos complementares, que dá sentido através da atenção do foco e motivação da intenção.
Da aceitação do Amor à condução da sabedoria
Novamente me ponho a refletir
Mudei os objetos, mas a intensidade do sujeito teimo em repetir
O que fazer se sei que vou partir?
Ordenar o tempo da busca, o pensar e o sentir.
Contemplo minha essência
De fazer a diferença
De ser a transcendência na imanência
Ser luz de farol na noite mais densa
Enquanto estiver por aqui
Aceito a missão
De me doar de coração até que seja Chegada a hora de ir.
Naquele que não vai, porque nunca veio, presença que Eu Sou, eternidade presente a todo instante, momento que se julga Amor,
Amor, experiência do Todo em união
Que o Todo de tua vida seja uma experiência e tanto.
Entrega-te ao encanto
Sê bênção e redenção
De si mesmo com o Todo união.
No Amor que tudo é e a tudo o bem deseja, enlaça, cuida e eleva,
Um muito de Amor
Muitas vidas, uma experiência
Muitas atividades, uma essência
Muitas buscas, uma transcendência
Muitos desejos, uma imanência
A vida é um múltiplo de experiências singulares.
Na individuação que é a plena entrega ao Todo Amor,
sexta-feira, 29 de maio de 2015
O Amor de Søren, Friedrich e Arthur
Múltiplas abordagens, uma questão: o ser e suas relações – para além da razão e das emoções.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Quando é Amor, chama!
ou arde
ou chama
nesse peito
teu nome
Amor
Na Luz que esclarece, aquece, nutre e conduz,
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Amor, ponto de convergência que é Ser
Amor é sabedoria metafísica-transcendental do corpo, sabedoria primordial da alma; âncora e asas, Razão e Sensibilidade de nosso Ser, empreendimento em expansão através do conhecimento emergido pela consciência.
Amor é auto-crítica da Razão; pura prática.
Na pureza da intenção,
sábado, 5 de abril de 2014
O bom encontro do Amor
quem diria
é da lágrima fantasia
de quem rega sua vida
com chuvas de bênçãos
que caem de seus pensamentos
se colhem nas ações
e se guardam no peito
no sorriso de nossos corações.
No bom encontro que é o Amor, aumento de potência que não cabe em si,
sexta-feira, 4 de abril de 2014
Do zelo ao Amor
De que(m) temos ciúme quando temos ciúme? Não pode se tratar do Outro, posto que este não nos pertence, sendo impossível ter ciúmes, ou seja, ZELUS, “desejo amoroso, ciúme, emulação”, de/por algo que não nos pertence, posto que indivíduo sujeito como nós – não nosso objeto. Pode haver casos, onde zelar por aquilo que cativamos pela potência que é e não pelo poder que nos representa (ao convergir com nossa potência).
Parece, porém, que a forma mais comum se trata do efeito que a presença e o compartilhamento do Outro em um espaço de valores e ações chamado Nós e do qual somos – ao menos deveríamos ser – fiéis depositários de nossas mais puras motivações, inspirações e aspirações. Justamente o motivo pelo qual temos ciúme (e como veremos a seguir, também medo): julgamo-nos proprietários desta entidade projetada em e por nossa interação, uma impressão dual em contrastes que moldam nosso ânimo e conduzem sutilmente nosso pensamento e ações como molas propulsoras.
É neste lugar, este momento da interação, que surge a possibilidade do medo que, emerge do êxtase que a interação com o Outro nos provoca e a vontade de manter tal estado em cultivo; decréscimo ou perda são projetados no Outro, ameaça ativa ou passiva ao nosso estado desejável.
Temos medo do Outro nos tirar o chão – direta ou indiretamente – ao invés de ter a coragem de bater nossas asas: é nosso o ânimo que nos eleva. A perda do Outro enquanto objeto impulsionador não deve afetar o sujeito elevador – somos nós os condutores, canalizadores do processo de superação à elevação.
Somos livres para amar e assim livres para dar o valor a cada detalhe, a sustentar toda história. Somos nós que damos asas ao sublime do Todo que a tudo perpassa.
Que a fome seja por felicidade e o apetite co-medido à constante satisfação, sem perda ou saturação.
No desejo de realizar a boa vontade,
domingo, 29 de dezembro de 2013
Amor, a meta-condução
Amor é o espaço de compreensão das vontades.
Amor é o conhecimento da compreensão das vontades.
Amor é o processo da compreensão das vontades.
Amor é a sabedoria da compreensão das vontades.
Amor é o sinal da compreensão das vontades.
Amor é a compreensão das vontades.
Amor é das vontades 'autopreensão'.
Amor é a gestão das vontades;
____ e as vontades, pura in-forma-a-ação.
Amor é a considera-a-ação das vontades.
Amor, a meta-condução.
Amor, intensa-ação.
Na gestão da informação, Amor à sustentabilidade,
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Amor traz sorte
Amar apesar da certeza da morte,
Amar pra fazer da vida boa sorte!
O Amor confere a certeza
Não sinto pena
A vida não tem fim nas indecifráveis ruas de Ipanema
O que brota das andanças
É uma saudosa tristeza
Que emerge das mudanças
E do apego à beleza
Do que um dia já foi e já não é mais
Minha alma navega nos meus sonhos
Enquanto meu corpo só cais
Já não há terra à vista
E o que antes eram pesadelos medonhos
Agora são apenas mais uma pista
De que amar é preciso
Justamente viver, sem ser indeciso
Na certeza de que só o Amor nos traz,
domingo, 20 de outubro de 2013
Amor, romântica razão
Pensei que não tivesses me amado.
Mas que injusto que sou com o Amor.
Me amaste, teu erro foi não ter confiado,
No sentimento que emergia silencioso e com dor.
Nada grandioso nasce sem conflito.
A dedicação é que faz do bruto o bonito.
No jogo do Amor o que vale é a romântica razão.
Fostes prática ao invés de se entregar à lógica do coração.
domingo, 13 de outubro de 2013
Love, Sacred Empowerment Lasting Faith (Self)
Feel blessed
While the wind of change
Empowers your journey
- bow to your inner wisdom and rise
To your destiny and beyond
Believe in your path
Shape your dreams
- be the horizon you want to live
At the shinning dawn of your(new)Self,
domingo, 29 de setembro de 2013
Aude sapere et semper fidelis Amor
Mais do que perguntar se é possível ser fiel nos tempos líquidos de uma sociedade tão altamente fragmentada quanto conectada dos dias de hoje, é se perguntar sobre ao que se quer - pode e até deve ser fiel.
Ao desejo, este volátil combustível do Ser?
A uma idéia, frágil fragmento de uma obscura totalidade desconhecida em constante "plasmificação"?
Ao Outro, este desconhecido em devir, mutante de nossas expectativas e projeções e ao qual poucos dão espaço para revelar-se em sua plenitude sem julgamento e a maioria enclausura em seus enquadramentos? Fulano, o que há contigo, não estou te reconhecendo...
A um nós que é tao construído quanto o Eu – frágil diante de tantos estímulos e obstáculos internos e externos?
Ao que então devemos ser fiéis? A valores? Valores criados por homens demasiadamente humanos e falhos e que de tempos em tempos são revistos e atualizados?
Sim, a valores, mas não estes e sim aqueles, que nos norteiam em nossa busca, que não estão fora em algum lugar paradisíaco, mas dentro de nossos corações – os valores que regem nosso destino e que nos tornam Ser em constante devir.
Sê fiel a teu destino – e flui em harmonia com o todo. Respeita a maré, considera o vento, faz do contexto teu aliado e nunca tira o foco de teu objetivo mais alto; mesmo que seja apenas uma utopia – é para isto que nos servem o sonho e a imaginação.
Ouse ser fiel a seu destino. Sempre em frente – respeitando tudo, considerando o necessário.
aude sapere et semper fidelis Amor - atreva-se a ser o amor sábio e sempre fiel
No líquido que atualizamos quando interagimos,
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Amor do céu
Pois tudo na vida é transitório; passageiro como o coração, criado pelas nuvens, transformado pelo vento.
Não é tudo um mesmo céu?
Mente em discernimento. Movimento convergente de alternancias atualizadoras de opostos complementares.
Contemple; pela janela de sua alma aprecie seu viver.
Veja. Agradeça. Honre.
Vah. E vença.
Coloque coração na base de referência de toda imagem-ação.
No coração que pulsa unificado em ritmo não-dual,
sábado, 7 de setembro de 2013
Amor, Estrela Solitária, Constelação Gloriosa
Uma voz me perguntou se me sinto sozinho mesmo tendo várias pessoas perto de mim...
A resposta é clara, afirmo que sim.
A maioria das vezes, se eu pensar pelo ego,
Mas se a algo maior me entrego
Já não me sinto só
E esse encontro, que beleza,
Acontece normalmente na natureza,
quando abandono tudo
quando estou só.
Não me sinto solitário
Não mais sofro desse sentimento imaginário
De quem ainda não aprendeu a conjugar-se poesia
Ritmo, rima, uni-verso, alegria
Na métrica da vida,
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Amor, intenção pura que dá frutos
Vi essa árvore crescer,
o tempo passar,
histórias ramificar,
vida se suceder.
Na semente que dá frutos,
Amor, pura atenção plena motivação
A qualidade do espaço é fruto da qualificação de nosso tempo, conscientização de nossa vontade, purificação de nossa intenção.
Na atenção plena à nossa motivação pura,
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Amor, autopoiesis do Ser
Somos este ciclo de aperfeiçoamento, vontade em devir, arte em movimento.
Na autopoiesis,
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Quem ama, sabe: saboreia o Amor, a maior das filosofias a cada gota de vida
No sentido convergido pelo pensamento a partir dos sentidos, sabedoria que saboreia o viver,
Das r-evoluções do Amor que levam ao Ser em Rede
O uni-verso é um poema com uma métrica única - Amor.
A ideia de que se pode olhar para qualquer uma das jóias e ver todas as outras joias em uma matriz infinita de reflexões interdependentes é semelhante à forma como podemos olhar para uma flor e ver o reflexo de todo o Universo e tudo o que ele contém, dentro dessa único flor, incluindo todos as concomitantes relações de interdependência mútua e processos.
Este padrão se repete no macro e no micro, assim na Terra, como no céu - tudo é beleza calculada; emanação desejada, intenção determinada.
Amor maior
Saúde é quando há Amor, presença que tudo cura
Desejo Amor
Desejo vem do Latim DESIDERARE, “fixar atentamente as estrelas”, formada por DE-, prefixo intensificativo, mais SIDERARE, de SIDUS, “astro, estrela”.
Pense duas vezes naquilo que estás desejando, considerando sua expressão máxima.
O céu estrelado sobre mim ganha outro significado e nesta reflexão revelo a moral em meu coração - é uma more+all.
Desiderata (palavra latina, plural neutro de desideratus, -a, -um, particípio passado de desidero, -are, sentir a falta de, perder, desejar, esperar, procurar) s. m.
As coisas que se desejam e ainda não existem. = ASPIRAÇÃO, DESIDERATO
Isto ressalta bem a noção de aspirar a ação à sua expressão máxima. O desejo como meta que se aspira alcançar - não apenas como impulso; mas a consciente relação entre meta+impulsão, eis o vetor da inteligencia.
Desiderata é um termo derivado de desiderare, o que revela que aspiramos que nossa ação se eleve às estrelas - disto em uma época onde o céu era estrelado de tal maneira que nos lembrava de nossa humilde existência.
Saiba desejar seu desejo, expresse-o detalhadamente, a arte está na minúcia.
No desejo que inspira, motiva, organiza, compartilha e sustenta o Ser em Rede,
Amor, gentileza que vem de dentro
Na intenção que constrói, ponte para o Ser em Rede,
Amor, o verdadeiro quarto poder
Amor, combustível de toda superação
No Amor que nutrimos em nosso Ser, combustível de toda superação,
O Amor nunca erra
Erra-se o necessário para definir-se o acerto.
No acerto ou na aprendizagem, nunca na culpa, porque nunca no erro, responsabilidade pura,
Amor tecelão
Egito, Amor antigo
No Faraó que reina sobre a razão e as emoções, filho do Sol e da Lua, que brilha em nosso peito,
Amor, única Weltanschauung sustentável
Na senda, entre São Bento e Gandhi, buscando Ser,
A verdadeira Arte é viver no Amor
Na vontade pura que manifesta representações,
O corpo do Amor
Notar o corpo é um passo importante na dança da evolução.
No diálogo compassivo,
terça-feira, 30 de julho de 2013
Amor, mira e alvo
É uma questão de força interior que costumeiramente só reconhecemos quando fraquejamos, ou melhor, almejamos.
Como é forte a tenta-ação. Há tantas possibilidades; não se culpe. Não carregue cruz mais pesada do que o céu lhe deu em seu mapa natal. Não há pecado, há hamartia - erros de alvo; e todo alvo é uma meta condicionada, um valor estabelecido.
Há inúmeros sentidos possíveis, mas qual o destino desejável? Lembre-se que errar vem do Latim errare, que significa “vaguear, andar sem destino, cometer um erro, transgredir”.
Preocupe-se em determinar sua meta e em afiar-se - a cada respir-ação temos uma nova oportunidade de acertar o alvo; sempre elevando o mesmo a abrangências ainda maiores, englobando ainda mais seres como beneficiários de nossas ações.
Se nem Cristo ficou preso na cruz, ressuscitando após três dias, respire fundo três vezes após um erro, contemple a jornada, aprenda a lição e siga adiante humilde e soberanamente.
Na queda que nos ensina a levantar e andar com mais cuidado, arco e flecha do Ser,
Obra-te arte, Amor!
Amor, cultivo sustentável do destino que é Ser
Boas e más recordações
Quero viver meu presente
E lembrar tudo depois...
Nessa vida passageira
Eu sou eu, você é você
Isso é o que mais me agrada
Isso é o que me faz dizer...
Que vejo flores em você!
Lembro de tão pouco...
esse vazio que quase me deixa louco.
Quero ser eu e desapegar,
deixar você ser você.
Não deixar de viver algo porque algo me desagrada,
mas vivenciar tudo em diálogo franco com minha empreitada.
Agir na ação, nunca na negação.
Mais atos, menos imaginação.
Na flor que desabrocha em nosso coração,
O Amor vê flores em você
Que façamos de todas as recordações, boas e más, lições de humanidade para humilde e soberanamente sermos cada vez mais quem somos, errando menos, acertando mais, aceitando as diferenças, nós, que somos tão iguais.
Que minhas ações futuras sejam mais honestas - a começar comigo mesmo -, que não negue minha vontade e respeite a do próximo, que faça destas as margens de minha estrada e da superação do dualismo minha jornada.
Que semeie sorrisos, ceife ilusões e cultive bons encontros - aqueles que aumentam a potência das partes e emergem ao Todo.
Que meu presente dignifique ações futuras e recordações passadas, que eu aceite meu destino na escolha de minha liberdade - que qualidade quero vivenciar condicionado à experiência deste corpo?
Amor pulchram voluntas - o Amor torna bela a vontade. Que a paz seja teu caminho e o Amor o teu guia.
No jardineiro do Ser,
quinta-feira, 25 de julho de 2013
O Amor doa
- imagina que és um copo cheio de água
e que te curvas ao Sol;
neste movimento, és catarata,
te derramas a preencher teu mundo com o conhecimento que recebestes de todo universo
- E ENTÃO ESTÁS LIVRE NOVAMENTE PARA RECEBER MAIS.
Na Lei que tudo rege,
Amor policrático
Na intenção determinante,
Sabedoria, a colheita do Amor
Na colheita do tempo, cultivo do espaço, sabor da dor que ia,
Amor, condução da vida sustentável
Ser, Estar e não-Estar.
Na condução da vida que se deseja,
Amor, pura paixão correspondida
paixão correspondida,
intenção sentida,
motivação manifesta,
intensidade que atesta.
...a imensidão que zela.
Quantidade
Qualidade
Forma
Conteúdo
Com+paixão é se adequar para o máximo poder da convergência vivenciar; é ter como meta uma ideia e a ideia como meta; é sair de si e observar a ambos e demais, forjando a rima mais bela que dê ao contexto um valioso verso, poesia a ser vivida de frente, lida na pausa de cada respiração, encarando-se a beleza do encontro, regozijando-se pela arte, sentida na métrica do a dois.
Inspirado no drink de Maracujá com Licor 43 que me foi apresentado pela amada e ao qual batizei com este nome - Dolce Vita, Pura Paixão Correspondida.
Na harmonia entre as partes, homeostase da relação, sabor dolce vita,
Amor fluído
Na âncora da compaixão, asas do Amor,
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Amor, escolha afirmativa do destino
Nos dados que se joga, nas regras que se consente,
No destino, o Amor
O destino não é bom ou mal, ele apenas vem.
Afirme-se em seu destino sendo fiel aos princípios escolhidos.
Na escolha consciente da ação, qualidade e direção, que sustenta a visão, intenção que fecunda valores,
Amor, consciência da alegria de Ser
E se há medo desta entrega realizar, é porque o Amor se precisa conscientizar.
Nada mais.
Ao verdadeiro Amor só resta a entrega.
Na incondicional alegria de Ser,
As Valquírias do Amor
Sou Bünnhilde, a disposição, pronta para a batalha, sempre; sou também aquela heroica vontade que tudo deu de si – aqui venceu, ora pereceu, de toda sorte sou a face de mil heróis, sorvo suas virtudes, minha sede é guerreira, sou a convergência das virtudes da vontade, sou a escolhida do desejo.
Sou Siegmund, a vitória dos menores, daqueles que não tem voz, da vontade que ainda não se vingou.
Sou também Sieglinde, a vitória tranquila, em cujo braços me deito confiante para gerar a semente livre que despertará a paz da vitória.
Sou Wotan, o desejo que trovoa todas as vontades; e como berço de toda vontade, temo Alberich, o Senhor Espírito da Natureza, como todo poder constituído pela potência das vontades, temo por meu fim e temo por não me realizar por inteiro, logo eu, Senhor dos Deuses, raio e trovão; temo a natureza, pois não sou livre, sou preso às minhas crenças e criações – crio a liberdade, mas dela sou refém.
Sou a Paz da Vitória sobre mim mesmo, sou a libertação da liberdade, sou a liberdade do si mesmo, vontade que se entrega, sou Siegfried, aquele que matou o Dragão, vontade que se esclareceu – Amor que forjou-se a partir do impulso reptiliano; sou Übermensch, nem humano, nem divino, apenas algo além – para todos e para ninguém.
Minha casa XII é Valhalla, onde o Ceifador guarda a virtude heróica imaculada; sou de estirpe guerreira, meu destino é a glória, minha crença, vitória.
Sou Amor fati - sou Jupiter-Saturno, aceito e transformo meu destino, sou fiel à minha imagem e semelhança, construo o mim mesmo.
O Amor à busca ou a busca do Amor
Vá além de ti, mergulha em ti mesmo e entrega-te ao Todo - garanta assim tua parte. Encontra em ti toda humanidade; aperfeiçoe esse valor universal.
O quem e como depende sempre do por que/porque; para que todos possam se beneficiar, cada um tem que se responsabilizar.
Na escolha de seus princípios e coragem de sua sustentação,
Do Amor, da emergência e da Rede
A paz, linguagem da evolução dialogada, emergência consciente da felicidade inerente ao Ser.
Na consciência da interdependência,
A Jihad é Amor - luta interna, generosidade exterior
Nos oito passos - caminho óctuplo de Buda, feng shui da vontade,
Amor, qualidade do momento, gesto do Ser
Que a Luz reflita sobre si e se transmute em gentileza colaborativa emanada por todos.
Gostaria de chamar atenção à partícula SI, propositalmente substituindo o TI.
Comumente desejamos Luz aos outros e esquecemos de aplicar a mesma Luz em nossos atos, muitas vezes devido a um inconsciente sentimento de superioridade. Deseje Luz ao próximo verbalizando, mas também inspirando através de seus próprios atos - que cada gesto compartilhe gentileza.
Generosidade gera felicidade.
Na felicidade geradora,
Em respeito ao Amor, respeito ao sagrado
Parece que muitas Igrejas, inclusive a católica (ao menos historicamente), precisam reler sua escritura.
E não apenas no Cristianismo: o dharma shopping e outras manifestações da espiritualidade fashion, ardilosas armadilhas do ego, revelam que a transposição dos hábitos cotidianos para o ambiente sagrado é um comportamento que interliga as fronteiras das crenças e demonstra que as religiões estão falhando em sua missão primordial - re-ligar o indivíduo à sua fonte primeira, o Amor, através de uma jornada de purificação de valores e crenças, rumo a um comportamento sustentável ancorado na motivação pura de beneficiar todos os seres.
Buda está para o Hinduísmo, como Jesus está para o Judaísmo. E ambos estão para a humanidade como irmãos maiores.
É só o Amor - o resto é conceito; somos todos um em união não-dual.
No caminho que todos percorrem,
Amor, sorriso cotidiano
Sê teu diretor e personagem principal, atue no roteiro d(e tu)a vida com Amor e devoção.
Eu te Amo, tenha um bom dia.
Na Luz, câmera e ação que ocorrem a cada pulsação,
Amor, lança e escudo
Na abertura que é viver, fé baseada no Amor,
Amor à criança interior
Só os fortes amam - eis o ponto de convergência onde Nietzsche e Saint-Exupéry se encontram.
Na fraterna aceitação de nossas diferenças internas,
Amor, exercício da virtude
Por que enviava suas 9 filhas, as valquírias, representantes da virtude guerreira, para escolher os melhores soldados?
É por acreditar poder mudar seu destino?
Ou será que é simplesmente para exercitar-se em sua virtude, posto que hábito?
Será que temos a liberdade de mudar nosso destino ou no fundo isto tanto faz, sendo o importante aperfeiçoar-se o que se é e, assim, quem sabe, emergir a um destino concebido corajosamente no confronto das forças que nos tornam assim, demasiadamente humanos, divinamente imperfeitos em busca de superação.
No exercício da virtude,










