Mostrando postagens com marcador jogo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jogo. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de outubro de 2013

Amor, romântica razão

Pensei que não tivesses me amado.
Mas que injusto que sou com o Amor.
Me amaste, teu erro foi não ter confiado,
No sentimento que emergia silencioso e com dor.

Nada grandioso nasce sem conflito.
A dedicação é que faz do bruto o bonito.
No jogo do Amor o que vale é a romântica razão.
Fostes prática ao invés de se entregar à lógica do coração.

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Amor revela o-culto

Oculto ao Amor, nada é.
O culto ao Amor sempre retorna.

No jogo no qual a intenção tudo define,

sábado, 24 de dezembro de 2011

A chave do Amor

A chave ao mesmo tempo tranca e destranca - pra que lado está virando o jogo da vida?

Por um Amor livre. Para estar-se preso por vontade.

Na liberdade aquariana do Ser,

domingo, 24 de abril de 2011

Amor, convergência no Ser

Amor, a força que renuncia ao jogo do domínio, é a força que liberta por união.

Na convergência do Ser,

terça-feira, 1 de junho de 2010

Amor, palavras sem jogo

Amor

Ponte

Fonte

Forte

Norte

Corte

Morte

Sorte

De quem através da ponte do Amor se conectou à fonte de seu Ser, tornando-o forte em busca de seu norte e além-corte, além-morte, regozija com a sorte de ter acessado, conectado e vivido o Amor, do princípio ao sem fim, o único meio, a única maneira.

No jogo sem palavras,

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Amor, não obsessão

Não, o Amor não leva à obsessão.

Na verdade este Amor que se torna obsessão é o Amor Eros, o terço do Amor animal, instintivo, erótico, impulso que aprisiona se não for conduzido à elevação - ágape - e ao sair-de-si, do ponto inicial para percorrer seu caminho na eternidade e, no devir, confirmar o Ser mais amplo e expandido - Amor philia -, liberto do dualismo, aberto e em união com o Todo - Amor fati.

Só há obsessão na relação sujeito-objeto.

O verdadeiro Amor transcende o dualismo e confirma a unidade da trindade, por isto é sagrado mesmo em meio ao mundano: não há distinção, de fato não há sagrado ou mundano, não há véus.

Há apenas Amor, sem amado e amante: este é apenas o primeiro passo, o engatinhar do jogo onde não há vencedor, tampouco vencido; e este jogo é a Rede da Vida.

No tear do complexus,