segunda-feira, 8 de abril de 2013
O Amor que vê o melhor do Ser
Havia um espaço, cujo centro estava em toda parte e cuja periferia se encontrava em lugar algum.
Havia um conhecimento, onde o discernimento contemplava e a razão não julgava.
Havia um Ser, para o qual o importante não era ter, mas estar na plenitude da tua presença.
No passado do verbo haver, onde se vê o presente de um futuro que merecemos, sabedoria que nos torna o melhor que podemos Ser,
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Ser, esta busca que é o Amor
mais lhe perco
por não aproveitar,
por não lhe viver.
Busco-lhe e no encontro já busco não lhe perder
e nesta busca que não cessa,
me perco por tanto buscar
ao invés de simplesmente ser.
E contemplar
que esta busca seja só uma:
buscar Ser, nada mais
do que Eu Sou.
Nada menos que a entrega total ao momento, esta instância da eternidade presente a cada instante,
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Amor modelo
terça-feira, 9 de outubro de 2012
No Augenblick do Amor
Ah, o momento, que num instante se torna memória e noutro eternidade.
Eis a saudade do presente que mesmo nunca ausente se desfaz a cada movimento do olhar.
No Augenblick em que meu olhar cruzou o seu, rasgou os céus e teve com o sublime,
quinta-feira, 12 de julho de 2012
O cultivo do Amor faz do futuro, presente
É pra frente que se ama.
É do lado que se caminha.
E pra trás não se deixa nada além de boas lembranças, solo fértil no qual as raízes do Amor nutrem a emoção presente que impulsiona a ação que faz o futuro florescer a cada manhã.
No cultivo do Ser,
sábado, 31 de dezembro de 2011
Amor à liberdade, uma necessidade
A necessidade do Amor é estar livre; o desejo do Amor é se conectar - o resultado do Amor é um estar-se preso por vontade.
No desejo de saciar toda necessidade de todos os seres, união incondicional,
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
Amor, instante presente
No momento da aceitação e confissão da entrega de abertura do Todo,
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O re-curso do Amor
Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?
Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?
Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?
Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?
Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?
O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.
Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,
A balança do Amor
É a sabedoria que observa se nos revoltamos ou se dialogamos tranqüilamente com as contradições da vida.
É a força que bate no peito e afirma a cada pulsar que vamos conseguir; que não há absurdo que não possa ser compreendido, paradoxo que não possa ser harmonizado, sentido que não possa ser convergido.
É a capacidade de olhar para frente e seguir adiante, desapegado do passado e sem retrovisor para embaçar o panorama da vida que se faz presente no horizonte através da janela da alma e não através de qualquer espelho.
O passado dita o futuro, o futuro determina o presente e o presente se faz no passado que torna a se auto-determinar no ciclo.
Não há absurdo, não há paradoxo, não há linearidade; temos apenas ciclos infindáveis que devemos conduzir, através do eixo da consciência, à uma espiral evolutiva no divino plano do espaço-tempo.
Na balança que equiLIBRA, acerta a justa medida, desperta a consciência e garante a sustentabilidade de nossas ações,
terça-feira, 28 de setembro de 2010
Amor, verbo sustentável direto atemporal
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
É tempo do Amor libertar
E é no aqui e no agora que devemos estar, preservando nossa eternidade a cada momento, libertos: da emoção presa ao passado, da mente perdida no futuro e de um corpo dilacerado no presente.
Na meditação do Amor,
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Amor, destino constante
Não sei se fazes parte de meu destino no futuro, mas fazes parte de meu destino no presente; Amor, destino constante, ciclo resignificante.
No passado que se atualiza e resignifica a cada interação feita a partir da abertura do coração,
Amor, eterno momento
Não quero reviver o passado ou viver no futuro, quero estar presente na eternidade de cada momento.
No momento, quero estar eterno,
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Amor lúcido
Amar é estar preparado para viver a eternidade e o instante; é se relacionar com o aqui e o agora com atenção plena e de maneira presente, independente da ruptura que ocorrerá cedo ou tarde.
Amor é estar preparado para viver vitórias e derrotas e ser sempre vitorioso através do aprendizado de cada interação.
Na lucidez da chama do coração,
sexta-feira, 9 de julho de 2010
Amor, ensinamento-mor
Amor é a via prazerosa do aprendizado e a compreensão de que quando não se aprende por bem - por Amor - se aprenderá pela dor.
O ensinamento sempre acontecerá, cedo ou tarde, no instante da eternidade, Amor que se faz presente.
No aprendizado do conhecimento sublime,
Abertura do presente, oportunidade do Amor
Não deixar antigos padrões macularem possibilidades futuras, eis a abertura do presente, a oportunidade do Amor.
No plástico bolha que protege, mas não sufoca,
domingo, 13 de junho de 2010
Amor, eternidade sustentável
Na filosofia do agora e sempre, aqui no coração,
terça-feira, 1 de junho de 2010
Amor contra o medo da corda bamba
Paralizados pelo medo, não ousamos defrontar o que há abaixo; reféns da esperança fitamos o alto.
Atrás, um passado símio, instintivo e animalesco, nos prende ao vício do devir.
À frente, um futuro grandioso e igualmente desafiador nos cobra passos largos rumo à evolução e um desapego que liberta séculos de história, genética e hábitos.
Aqui. Agora. No momento presente, nada mais somos que um ponto frágil na passagem do tempo em busca de um espaço que escapa a cada passo.
Nas asas do Amor ganhamos a dimensão que nos compacta e converge em nós o que há de mais alto e mais baixo – evidenciando, na prática, prós e contras de nosso passado e futuro no espaço que compassivamente abrimos no presente: liberdade de quem ama, qualidade de quem ousa se lançar rumo ao seu destino. Torna-te o que tu és, ó Amor fati – Homo Amabilis.
Livre para Ser, só no Amor.
Na intuição que transborda e transforma,
terça-feira, 27 de abril de 2010
Amor discernimento
É colher todos os frutos e artefatos disponíveis e gentilmente discernir, sem julgar, o que atualizar em realidade; entre a razão e a emoção, se guiar pela intuição para saber o que será solução.
Penetrar na realidade última, eis o discernimento do Amor.
No futuro, fruto do Amor presente,
Quando Amor?
No presente, que é puro Amor,
