segunda-feira, 22 de julho de 2013
No destino, o Amor
O destino não é bom ou mal, ele apenas vem.
Afirme-se em seu destino sendo fiel aos princípios escolhidos.
Na escolha consciente da ação, qualidade e direção, que sustenta a visão, intenção que fecunda valores,
domingo, 26 de agosto de 2012
O Amor orça e faz valer o destino
Vento
tento
sento
medito
A vela se apaga
ao inflar das velas
que a luz da consciência impulsiona
na direção de nosso destino
No bombordo,
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Love Fashion
Trend your Self,
À Luz do Amor

Amor é dar forma solidária à Luz. #cesorjlightdesign
Ou melhor e quanticamente falando: é dar forma solidária à energia, criando (uma rede de) pura Luz.
É conceder tempo-espaço e o conhecimento da direção necessários para esta se manifestar naturalmente a partir de nossos corações.
Na manifestação de sabedoria pura no surgir de cada fenômeno,
domingo, 28 de novembro de 2010
Amor próprio Amor
Amor é verbo, sujeito e objeto, mas nunca sentença, pois não julga, antes redime, sustenta e glorifica; dá sentido e situa o conhecimento do e no tempo e espaço, ampliando nossos horizontes, cosmificando nossa dimensões.
Nas dez direções do Todo Amor,
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Amor, segredo da juventude e do bem
A beleza externa,
ó tentação,
ofusca e enebria,
ilude o coração.
Tateia cego
em meio às projeções;
excita-se com as formas e perde-se em meio ao ego.
Enreda-se, enrosca-se nos véus das ilusões.
Preso, não chega à beleza interior
agoniza diante da impermanência exterior.
Iludido, liberta-se para em nova bela armadilha cair,
ignora os padrões que tende a repetir.
A beleza é o belo
e também a simpatia
acima de tudo valores que geram harmonia.
Do exterior ao interior, o Amor é elo.
A beleza é assim na Terra como no Céu,
eis um segredo que dissipa o véu:
resistir às chamas das paixões
liberta-nos a viver o Amor livre das ilusões.
Canalizar o impulso,
ordenar a direção,
garante o destino
do Amor à paz e união.
No secreto da beleza, segredo da juventude e do bem,
sábado, 17 de julho de 2010
O livre arbítrio do Amor
Eros é nossa liberdade, impulso múltiplo e infinito que temos a liberdade de canalizar e direcionar conforme nossa vontade, poder e interesse/curiosidade.
É na intenção e motivação então que reside a verdadeira liberdade e não no exercer do impulso, ao qual somos, na prática, atados e do qual somos, em suma, reféns.
O paradoxo reside em desapegar-se desse amor-próprio ao impulso e a uma ilusão de si, pequeno reflexo do Todo de nosso Ser, para se encontrar com seu alter realizando a ascese e a expansão do Ser.
É no cultivo do Ágape - condução do impulso - à esferas mais elevadas que realizamos a philia - união - com nosso alter, outro em si e em nós, conduzindo o impulso primordial para se retro-alimentar em um processo fecundo, expandindo, potencializando e engrandecendo o amor-próprio ao Ser.
No ciclo do Amor fati - antídoto à Força Schopenhaueriana - livre arbítrio que confirma o Ser,
terça-feira, 29 de junho de 2010
Amor, hoje, ontem e sempre
Amor é o guia que direciona o Aqui e o Agora para o todo sempre.
Amor é a união do instante com a eternidade.
Na expansão da consciência,
A Quintessência é Amor
A seqüência presente em tudo e em todos, a seqüência do Amor, é o número Fibonacci (1,1,2,3,5,8,13,21,34,55,89...), cuja beleza inspira a beleza e a eficácia na troca.
Repousar no Ser é deixar o Amor nos moldar, pois naturalmente nos tornamos mais eficientes com a Energia do Amor.
Na economia sustentável do Ser,
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Amor, não obsessão
Na verdade este Amor que se torna obsessão é o Amor Eros, o terço do Amor animal, instintivo, erótico, impulso que aprisiona se não for conduzido à elevação - ágape - e ao sair-de-si, do ponto inicial para percorrer seu caminho na eternidade e, no devir, confirmar o Ser mais amplo e expandido - Amor philia -, liberto do dualismo, aberto e em união com o Todo - Amor fati.
Só há obsessão na relação sujeito-objeto.
O verdadeiro Amor transcende o dualismo e confirma a unidade da trindade, por isto é sagrado mesmo em meio ao mundano: não há distinção, de fato não há sagrado ou mundano, não há véus.
Há apenas Amor, sem amado e amante: este é apenas o primeiro passo, o engatinhar do jogo onde não há vencedor, tampouco vencido; e este jogo é a Rede da Vida.
No tear do complexus,
segunda-feira, 10 de maio de 2010
O dharma do Amor
O primeiro ato de Amor é a individuação (Eros), seguida da busca por elevação e completude (Ágape) e posterior entrega, união e realização(Philia).
Entender esta alternância entre indivíduo e coletivo do qual resulta a união suprema não-conceitual - individual-coletivo - é o Amor maior e pleno que se realiza e à toda potência.
No dharma do Ser,
segunda-feira, 15 de março de 2010
O domínio do Amor
Esta clareza onipotente nos possibilita tomar conhecimento de nós mesmos inclusive através de nossos próprios venenos: corta os véus da ignorância para entendermos que temos em nós todas as curas e forças, porque se fomos capazes de gerar emoção ou situação de tamanha envergadura e avassaladora força, é porque somos feitos de força e envergadura igual ou superior.
Re-pousar no Amor é ter a tranquilidade de lidar com tudo na certeza de que fazemos parte do Todo e que tudo vem na hora e no momento certo para crescermos ainda mais.
Domando o cavalo selvagem, a força das paixões, para lhe dar direção e sermos uno,
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
A sábia maré do Amor
Este é o caminho do Amor, o rio de nós mesmos que se dissolve no oceano de nós dois, evapora e precipita para a Terra novamente molhar e fecundar - esse é o destino do Amor (fati), impulso direcionado à união fecunda e cíclica.
A sabedoria do Amor reside em saber quando ir com o rio e quando subir contra a maré, pois é Tudo Amor - umas vezes impulso, outras vezes direção, sempre união.
Na maré do Amor,