O pensamento é uma memória que vem do passado (recorda-ação) e do futuro (imagina-ação), refletir o (valor-ação) presente.
A imaginação é o projeto que idealiza a ação; a recordação, a avaliação que retoma a cor da ação (coração) expondo habilidade e intenção.
O Amor é a forja em busca da perfeição do Ser, alternando o Estar entre o extremo frio das recordações e o extremo calor das imaginações, moldando a memória no presente fluxo dos acontecimentos.
Na ação não-dual da mente, imagina-ação e recorda-ação que balizam e margeiam toda sustentável ação,
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segunda-feira, 22 de julho de 2013
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Aspiração ao Amor liberta
A aspiração ao Amor faz com que mesmo não sendo um vaso tão puro, possamos fazer fluir através de nós o néctar, as bênçãos, as boas energias e os siddhis para o benefício dos Seres.
No poder de liberação através da audição, visão, tato-sensação e lembrança-recordação,
No poder de liberação através da audição, visão, tato-sensação e lembrança-recordação,
Laços do Amor:
aspiração,
audição,
bênçãos,
benefício,
fluxo,
lembranças,
liberação,
néctar,
poder,
pureza,
recordações,
sensação,
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Tara Vermelha,
tato,
vaso,
visão
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
O re-curso do Amor
Tem um traço em melodias que instam ao Amor e que deixam a alma saudosa de algo que não sabe o que.
É como se esta melodia sempre tivesse existido, como se essa música tivesse sempre tocado e embalado bons momentos, ritmado a vida em bons tempos que nunca voltam.
Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?
Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?
Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?
Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?
Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?
O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.
Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,
Mas como se nunca estiveram? O que então é a memória? O que são record-ações?
Não somos a convergência de interpretações de fatos do passado e conjecturas do futuro embebidos nos sentimentos atemporais presentes, onde a razão é o feixe de luz que traz clareza, nos conduz e salva do afogamento no mar de emoções?
Não somos representações de arquétipos buscando usar novas tintas, particulares combinações para universais estruturas?
Não são passado e futuro plataformas a partir das quais pensamos, atuamos e moldamos nosso presente?
Não é o Amor o re-curso que endireita o ciclo à espiral evolutiva para confirmar nossa ascece?
O impulso que motiva, a ordem que conduz, a união que confirma, o fluxo que satisfaz; afirma e sustenta o mito, herói em nós: filtra e reforça os valores em uma melhora cíclica dos ciclos.
Na faixa de Beirute, abandonando a arma de caça, o papel de caçador e de caça, sustentando o jogo, sem apego, sem fazer parte, apenas jogando, sem matar o Rei, sem perder a realeza,
Laços do Amor:
ágape,
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Beirut,
convergência,
Elephant Gun,
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